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[Divulgação!] Sorteio #MagisteriumDay

Alô, amigos Inspirados!

Junto com o lançamento da #Irado, a Novo Conceito tá preparando uma superpromoção! Pra isso, serão sorteados 05 kits do livro Desafio de Ferro com a PULSEIRA! Para participar basta seguir as regras e torcer para os elementos interagirem a seu favor.O sorteio fica no ar até segunda-feira, 20 de outubro, ou seja, amanhã! Não percam essa chance! Cliquem na imagem abaixo para participarem! 


Tenham uma ótima leitura! Fiquem na Paz!

[Resenha] Minha Vez de Brilhar, de Erin E. Moulton



      Indie Lee Chicory é uma criança que faz cara de peixe, fala com as constelações, é amiga de uma lagosta dourada e está tentando ser uma Indie melhor, aquela que vai dar orgulho à irmã, aos pais, e vai tentar não ser tão estranha. Por favor, alguém diga pra essa menina que ela já é incrível!

      Indie mora em uma cidade praiana, Plumtown, com sua família bastante normal, uma mãe dedicada, um pai pescador e uma irmã, a Bibi, com muitos talentos e um grande desejo de ascensão social. E não dá pra esquecer Monty Cola, a lagosta dourada rara pescada pelo pai há alguns anos, e que se tornou a melhor amiga e confidente da pequena Indie.
      Indie, mesmo criança, conseguia se lembrar de momentos em que era ainda menor, quando ela brincava com sua irmã mais velha, Bibi, de fazer caretas de peixe, pedir desejos às estrelas e serem grandes amigas. Mas, com o tempo, Indie se sentiu pra trás, enquanto sua irmã brincava com outras garotas, participava do teatro da cidade, sempre brigando quando a caçula fazia cara de peixe. Parafraseando Bibi, ela dizia algo como "pare de ser estranha, Indie". Dá pra ver que aquela amizade se perdera em algum momento enquanto elas cresciam.
      Por esse motivo, e por alguns outros, Indie acreditava não ser uma boa pessoa - o que é um absurdo! - mas tudo o que ela queria era ser normal, não ser a estranha, não fazer a irmã passar vergonha. Até o dia em que Monty, a lagosta, acidentalmente é levada para a escol de Indie dentro de sua mochila, e depois que a confusão se instalou, Monty fugiu e desapareceu no mar.
     E, no processo de ser uma Indie melhor, ela entrou para o teatro assim como a irmã. Bem, não exatamente, já que a  nossa protagonista ficaria apenas nos bastidores, ao lado de seu novo e nerd amigo Owen e sua chefe e punk Sloth. O que a garota não esperava era ver sua nova amizade e seus princípios de criança em provação, tudo para ser aceita pela pessoa que mais admira: sua irmã mais velha.

      Escrito em terceira pessoa, Minha Vez de Brilhar é uma história de crescimento e de auto-confirmação. No começo conhecemos uma pequena Indie que parece não se importar em fazer caretas de peixe ou conversar com sua lagosta. Mas, ao longo da leitura, ela passa a mudar sua maneira de ser, tudo porque acredita não ser boa o suficiente para a família Chicory, acreditando não ser uma boa irmã para Bibi, e acredita piamente ser culpada pela própria irmã se envergonhar dela.
      O grande crescimento, no entanto, acontece com Owen, o garoto nerd e 'estranho' que passa a ser um tipo de amigo em segredo, uma vez que as amigas de Bibi iriam criticá-la se soubesse que "sua irmã está andando com aquele esquisito". A história nos mostra o amor e admiração de Indie por Bibi, e como a protagonista vai sentindo esse amor, até o ápice, em que... Bem, vocês precisam realmente ler pra saber o que acontece.
      A leitura é de fácil entendimento, divertida e dá pra devorar o livro em um dia só. Por fazer parte do selo #Irado da Novo Conceito, trata-se de uma história infanto-juvenil, e apesar disso é um ensinamento para qualquer idade. Mesmo porque, em alguns momentos, até mesmo uma criança sem muita experiência como a Indie pode nos ensinar a ser pessoas melhores.

      Boa leitura e fiquem na Paz, amigos Inspirados!

[Resenha] Boneca de Ossos, de Holly Black - Especial de Sexta-Feita 13!

 
     Quantas vezes você já pensou em ser criança outra vez (ou continuar sendo)? Parece que, a medida que crescemos, acabamos nos esquecendo do que movia nosso imaginário infantil. Mas com Boneca de Ossos, de Holly Black, eu consegui fazer esse regresso feliz, quando o monstro que vivia debaixo da minha cama era o maior dos meus problemas. Quando deixei minha criança interior sair para brincar com a boneca de ossos, o resultado não poderia ter sido melhor. 

       Com Zach, Poppy e Alice, encontramos um caminho para as fantasias que morreram (ou dormiram por um bom tempo) quando crescemos. Acontece que essas três crianças são parecidas com muitos de nós, quando nos reuníamos nas casas de nossos amigos e, munidos de bonecos de luta e vários outros brinquedos, criávamos um universo onde éramos nós os heróis, onde sabíamos em quem podíamos confiar, onde eramos os tecelões de nosso destino. Zach tinha o Capitão William, um pirata que liderava o Pérola de Netuno. Alice manuseava Lady Jaye, e Poppy sempre estava no controle das histórias, e adorava o ponto dramático em ser uma vilã. E, embora fossem verdadeiros amigos, eles sabiam que estavam crescendo. Uma hora, todas as fantasias seriam guardadas.

      Zach tinha o esporte na escola e tinha tudo pare ser o popular pelos próximos anos, por isso tinha vergonha de brincar de faz-de-conta com as duas amigas, ou pelo menos não queria que ninguém soubesse. Alice estava começando a compreender o que era gostar de um garoto e como agir para chamar sua atenção. Enquanto isso, tudo o que Poppy gostaria era de se ver criança para sempre e, com ela, seus amigos. Apesar disso, quando se reuniam, eram apenas capitão William Lady Jaye e a Grande Rainha, protagonizada por uma boneca de ossos que sempre ficou na cristaleira, onde a mãe de Poppy proibia qualquer um de pegá-la. Você já pode imaginar o estigma criado em cima da boneca: intocável, feita de ossos, com um olhar semicerrado como se encarasse a tudo e a todos. 


      E, como toda boa história, sempre há questões familiares, como Zach, cujo pai ausente acaba estragando a felicidade do filho ao jogar fora o capitão William, pensando que isso poderia fazer o garoto ser mais homem. Alice, que vivia com a avó, passava seus dias com medo de desagradá-la e receber um castigo que a poria longe dos amigos por um bom tempo. Poppy, com seus irmãos mais velhos sendo, bem, irmãos mais velhos, numa relação de atrito e amizade. Tudo isso permeia a trama, até que... O sobrenatural acontece!

      Poppy decide conversar com os amigos e explicar, que em uma noite, recebeu ordens da Grande Rainha, ou melhor, da Boneca de Ossos, que deu de querer aparecer para ela em seus sonhos, trazendo uma mensagem: enterrar a boneca onde estava seu corpo. Ao que parece, a boneca não era feita de ossos de animais, e sim de ossos de uma garotinha que morreu há muitos anos. Carregados por uma suposta aparição do além, os três amigos acabam caindo de cabeça em uma grande aventura, que promete transformá-los para sempre, talvez para melhor. 


      Quando comecei a ler Boneca de Ossos, me peguei divido. A história, escrita em terceira pessoa, tem uma voz narrativa muito poética e melancólica, e isso aguçou demais o meu lado de leitor apaixonado de 23 anos. Por outro lado, não tinha como sentir aquele frio na barriga em alguns momentos muito bem encaixados, coisa que teria mais efeito em uma criança. O timming era perfeito, a colocação das cenas que deveriam causar um arrepio foram inseridos quando o leitor parece "baixar a guarda", quando ele esquece por um momento que é adulto e decide se vestir de criança para embarcar na aventura. Holly Black criou uma bela história que, mais do que tentar nos assustar, ela tenta nos lembrar do que esquecemos quando crescemos, que são as fantasias, a crença fácil em coisas que são absurdas para gente mais velha, uma tentativa de resgatar a infância em pouquíssimas 220 páginas. 
      A diagramação está incrível, e as ilustrações captam muito bem a essência da história, além da capa, com as cores certas pra trazer ao leitor a ideia de uma história infantil com teor de suspense. A leitura vale muito a pena, tornou-se um dos meus preferidos desse ano em disparada. Muita coisa não foi dita aqui, mas por ser uma história de poucas páginas... Bem, acho melhor você descobrir por você mesmo o quanto essa aventura pode te encantar e, quem sabe, você não permita sua criança interior sair para brincar mais uma vez.       
       

[Novidade!] Novo Conceito com uma super-promessa!



Alô, amigos Inspirados!

      Imagine um mundo onde Cassandra Clare (autora da série Os Instrumentos Mortais) e Holly Black (autora da série As Crônicas de Spiderwick) se unam para criar uma história épica. Agora, imagine você, que esse mundo existe e você está nele! Sim! Clare e Black colocaram a mão na massa para dar luz, juntas, a uma série infanto-juvenil, MAGISTERIUM, que conta com cinco volumes! O selo #Irado da Novo Conceito já está se programando para lançar o livro aqui no Brasil! Detalhe: ainda esse ano!
 
 
Base feita por Adália Sá | Editado por Luara Cardoso | Não retire os créditos