[Lançamento!] Outlander, minha gente!

      Alô, amigos Inspirados!

      Quem aí já ouviu falar em Outlander? Pois é, uma série de livros histórica que virou série na FOX e agora é uma febre internacional, essa mesma. E, se você ainda não sabe, a editora Arqueiro é a responsável por trazer as obras de Diana Gabaldon até nós. E, se você tá mais desligado do que eu penso que está, então deixa eu te contar que o segundo livro da Arqueiro já está a caminho para alegrar os fãs! Sim, lançamento dia 05 de novembro! Vai perder? 


« Intrigante… profundamente satisfatório…
Quando se chega à última página, é difícil
conseguir se separar dos personagens. »
DAILY PRESS


      Claire Randall guardou um segredo por vinte anos. Ao voltar para as majestosas Terras Altas da Escócia, envoltas em brumas e mistério, está disposta a revelar à sua filha Brianna a surpreendente história do seu nascimento. É chegada a hora de contar a verdade sobre um antigo círculo de pedras, sobre um amor que transcende as fronteiras do tempo... e sobre o guerreiro escocês que a levou da segurança do século XX para os perigos do século XVIII.
      O legado de sangue e desejo que envolve Brianna finalmente vem à tona quando Claire relembra a sua jornada em uma corte parisiense cheia de intrigas e conflitos, correndo contra o tempo para evitar o destino trágico da revolta dos escoceses. Com tudo o que conhece sobre o futuro, será que ela conseguirá salvar a vida de James Fraser e da criança que carrega no ventre?

“Diana Gabaldon cria personagens inesquecíveis, com quem você irá rir, chorar e amar muito depois de ter terminado a leitura.”Candy Paape
“Envolvente e caloroso… evoca admiravelmente a terra e as tradições da Escócia.”Publishers Weekly
“O livro é um delicioso banquete para leitores que gostam da história da Escócia do séc. XVIII, de heroísmo e romance.”Kirkus Reviews
“Brilhante e cheio de vida… Diana Gabaldon é uma contadora de histórias talentosa que nos deixa sem fôlego… Ela transporta os leitores para outra época com a facilidade de um mestre historiador e cria personagens tão reais que quase acreditamos que existiram.”Rave Reviews

[Lançamento] Corra, Alex Cross!

      Corra, Alex Cross! Corra paras as montanhas e... Não, pera. Não entenda errado! Alex Cross não está fugindo, ele está correndo contra o tempo, e não é todo dia que a gente precisa perseguir três assassinos enquanto outra pessoa persegue a gente. Pois é, Cross tá curtindo essa vibe e, pra mostrar que o lance é bom, a Arqueiro resolveu lançar mais um incrível livro desse detetive criado por ninguém menos que James Patterson! Bora conferir?




      Um cruel assassinato na escuridão    Dentro de um estacionamento em Georgetown, uma mulher é esfaqueada e trancada no porta-malas do próprio carro. Como assinatura, o criminoso corta os cabelos louros da vítima e os deixa espalhados pelo corpo. Designado para o caso, o detetive Alex Cross nem imagina que esse é apenas o primeiro de uma série de pesadelos.
      Uma mulher é morta e um bebê desaparece      No mesmo dia, Alex Cross é chamado para uma segunda cena de crime: uma jovem enforcada do lado de fora do sexto andar de um edifício. Assim que a legista responsável descarta a possibilidade de suicídio e informa que a vítima deu à luz recentemente, Cross descobre que não está lidando apenas com um homicídio, mas também com um caso de sequestro.
      Alex Cross precisa deter três assassinos     Três dias depois, o corpo de um rapaz é descoberto em uma doca, baleado e com meia dúzia de perfurações ao redor da área genital. Quando os rumores de três assassinos em série se alastram pela cidade de Washington e novas vítimas são encontradas a cada dia, a pressão recai nos ombros de Cross. Uma pressão tão forte que pode afetar sua concentração a ponto de ele não conseguir evitar um perigo mortal que se aproxima de sua família.



Curtiu? Se ainda tá em dúvida, clique >>AQUI<< e confira um trecho do livro!

Tenham uma ótima leitura, fiquem na Paz! 

[Resenha] Bem-Casados, de Nora Roberts


Laurel sempre soube o que queria. Com uma vida que nem sempre foi fácil, ela correu atrás de seus sonhos desde muito nova. E de duas coisas ela sempre teve certeza: ela queria trabalhar com doces, e ela era apaixonada por Delaney Brown, irmão de sua melhor amiga. Para o primeiro, ela batalhou com unhas e dentes até se tornar a melhor confeiteira que conhecia. Para a paixão, ela nunca quis agir. Tinha muito mais do que sua força de vontade em jogo: Del não só era o irmão de sua melhor amiga, como era seu grande amigo e sempre estivera presente. Além de ser absurdamente rico e provavelmente nunca tê-la visto como mais que uma amiga. Por isso, ela nunca fez nada para que eles saíssem da confortável zona de amizade na qual estiveram toda a vida.


Para se tornar a grande confeiteira que sempre sonhou, Laurel teve que se esforçar mais que o normal: trabalhar dobrado, se dedicar, e doar seu suor – e sangue – para conseguir o suficiente para se especializar. De uma família sem condições de mantê-la em boas escolas de culinária, ela não tinha outra opção. Mas, ainda assim, a jovem Laurel não conseguiu juntar o suficiente para se bancar em uma escola boa. Mas a Sra. G., governanta dos Brown, investiu na menina que ela sempre soubera ter muito talento. E assim o sonho de ser confeiteira pode se tornar realidade.

Agora Laurel trabalha na Votos, a empresa que fundara com suas três melhores amigas, onde era a casa dos Brown. Ela era responsável pelos doces, Emma pelas flores, Mac cuida das fotos e Parker da organização. Juntas, elas fizeram um sonho de infância se tornar realidade. Cada uma em sua função e realizando o trabalho que amam, elas cuidavam para que o dia mais importante na vida de um casal fosse perfeito. E agora elas estão planejando o casamento de Mac, então nada poderia ser mais incrível.
Delaney Brown se considera uma pessoa de sorte. Sempre teve uma família sólida e amorosa e, mesmo quando seus pais faleceram, ele encontrou o amor e a base familiar nos braços de seus amigos. Não havia nada mais incrível que poder confiar em pessoas que ele conhecia tão bem quanto a si mesmo. Com seu emprego e sua herança, Del não precisa se preocupar com dinheiro, mas isso não o faz irresponsável ou descuidado. E, como advogado, ele sempre pode ajudar sua irmã e suas amigas na Votos, empresa que ele investiu com muito orgulho. Ele adorava Mac, Emma e Laurel. Com a última ele tinha uma relação um pouco diferente: eles se amavam assim como todos os outros, mas eles viviam discutindo. E ele não sabia muito bem o que fazer com os sentimentos que vinha tendo ultimamente.

Até que, depois de uma discussão corriqueira entre eles, Laurel não aguentou mais. Uma coisa era manter seus sentimentos para si, outra coisa era se fazer de morta. E foi aí que Del percebeu que talvez estivesse ignorando por tempo demais esse lado de sua vida com Laurel. Assim, os dois a princípio não sabem o que fazer com essa gama de novos sentimentos que surge entre eles, nem com a tensão automática que cobre qualquer comodo em que eles estejam juntos. Eles não querem estragar a amizade, mas não querem continuar indiferentes. Como fariam para não magoar todos os outros envolvidos na história que eles dois provavelmente criariam?


Eles decidem dar uma chance à eles dois como uma casal. E aí somos convidados a presenciar essa evolução, de amigos desde que se lembram para namorados. Os riscos são altos, e os dois estão dispostos a serem o melhor que conseguirem um para o outro. Mas, para isso, Laurel precisa superar alguns pontos. Ela é durona, e Del é protetor. Então, ele quer sempre fazer de tudo por ela, mas ela acha que isso faz com que ela pareça alguém que espera isso dele, por exemplo. Além de Del tomar algumas coisas como garantidas pelo seu histórico com Laurel, quando na verdade ele devia tentar deixar seus sentimentos e seu relacionamento bem claro. Tem faísca pra todo lado, mas tem muito mais amor. E é isso que me fez amar esse livro.

É sempre difícil escolher um favorito nas séries e trilogias de Nora. Em cada história, um elemento acaba me encantando. Os livros anteriores são incríveis, mas esse tem um gostinho especial. Del e Laurel são melhores amigos que precisam superar o medo para tentarem ser mais que isso. E eles mostram que pode não ser fácil, mas que vale a pena. Mal posso esperar pelo livro da Parker!


[Resenha] Fênix: A Ilha, de John Dixon



      Eu li esse livro um, talvez dois meses atrás. E posso dizer que ainda tenho na mente essa história brilhantemente escrita por John Dixon! E mesmo tanto tempo depois de ter lido, ainda me sinto na obrigação de dizer: galera, leiam!

      Fênix: A Ilha conta a história de um jovem de dezesseis anos, Carl Freeman, cujo talento para o boxe, nervos exaltados e incapacidade de ignorar covardias, o levaram para uma delegacia diversas vezes. Órfão e sem amigos, Carl era uma espécie de lobo solitário que se metia em confusões quando tomara as dores de alguém que era covardemente injustiçado. Seu último ato como justiceiro foi a gota d'água. 
      Dessa vez o garoto acabou mandando seu adversário para o hospital, e as autoridades decidiram enviar Carl para uma "instituição terminal", a ilha Fênix, uma espécie de última parada para os delinquentes sem rumo e sem ninguém. O problema é que a gente nunca acha que a situação é tão ruim quanto possa parecer. Pois é, A Ilha era muito mais do que um centro de reabilitação para jovens irrecuperáveis. Na verdade, era muito pior.

      A Ilha parecia na verdade um grande campo de concentração em que os jovens eram treinados até se esgotarem, e a disciplina não era o único elemento que queriam ensinar. Seus superiores, soldados frios e desprovidos de qualquer simpatia, especialmente o sargento instrutor Parker, que desde o início nitriu um ódio doentio por Carl. As coisas não melhoram quando o garoto lidou com conflitos no seu primeiro dia, e seu comportamento subversivo rendeu-lhe o apelido e Hollywood, e não era um bom sinal. Parker prometia transformar a vida de Carl num inferno.
      Em meio a atividades exaustivas dignas de uma tropa do exército, Carl conheceu Neil Ross, um garoto franzino e comediante que se tornou um bom amigo durante a estadia na ilha. Logo mais, eles conheceram Octavia, uma garota de fibra e que, adivinhem só, acaba nutrindo sentimentos pelo nosso protagonista, sentimentos esses que são correspondidos. Porque, claro, mesmo num cenário infernal, tem que rolar um romance =)
      Ao longo dessa "aventura", Carl descobre que Fênix: A Ilha, não é apenas uma espécie de FEBEM. O lugar é mais cruel, mais sinistro e muito mais distante dos direitos humanos do que se pode imaginar. Não, não vou dizer do que se trata, porque isso estragaria todo o suspense e toda a diversão da leitura, você precisa conferir!

      A obra escrita por John Dixon me deixou extasiado. Muito bem escrito, ele criou em seu livro uma atmosfera que Maze Runner e Jogos Vorazes também criaram, porém com muito mais realidade e com uma trama mais palpável.
      Não só as personagens são muito bem desenvolvidas, como o próprio cenário - A Ilha - é bem explorada, e a maneira como Dixon conecta os personagens, com seus relacionamentos conturbados ou de camaradagem, é muito bem feita. Há momentos em que inimigos se tornarão aliados, e a forma como essa "mudança de time" é feita ao longo da leitura é muito convincente. Não tem como não indicar Fênix: A Ilha para os amantes de aventura. Se você gostou de Maze Runner, se curtiu Jogos Vorazes, então com certeza vai se sentir envolvido pela história de Carl, um garoto que não era ninguém até se mostrar o melhor dentre todos eles.

      Tenham uma ótima leitura, fiquem na Paz! 
     

 
Base feita por Adália Sá | Editado por Luara Cardoso | Não retire os créditos