Alô, amigos Inspirados!
Pra vocês que são de São Paulo - ou pra quem curte dar uma viajada rumo a eventos literários - vai rolar um lance bem legal organizado pela editora Sextante! O lançamento do livro Guga - Um brasileiro, será lançado no dia 10 de setembro, e o evento será na Livraria Cultura de São Paulo, às 19h!
Se você pode ir, não perde essa chance não!
Boa leitura! Fiquem na Paz!
[Resenha] O Beijo, de James Patterson e Jill Dembowski
Quarto volume da Série Bruxos e Bruxas e penúltimo também (porque o senhor é pai e não padastro), O Beijo veio para tentar fazer com que aquele leitor decepcionado com o primeiro livro, com medo do segundo, um pouco mais animado com o terceiro (EU!) tivesse ânimo para ler o quarto livro. E agora, obviamente, chegar ao fim da série. Well Played, Patterson. Well Played.
A princípio, Whit e Wisty estão no que parece ser um terreno menos conturbado. Mas, na realidade, isso e só o reflexo dos últimos tempos, onde eles mais viram mortes e desastres que qualquer outra coisa. Se deixar impressionar por qualquer novidade que apareça não seria normal. E a vida para todos está mesmo parecendo mais tranquila. O conceito de liberdade volta a existir na vida das pessoas, e suas reações à isso mostram um povo que acredita que um futuro melhor vai existir.
Agora, um conselho foi formado e sua missão é reestruturar aquilo que a Nova Ordem tirou do lugar. E, por terem sido parte muito importante para que essa liberdade fosse possível, Whit e Wisty fazem parte do conselho. Tentar recuperar o que O Único Que É o Único destruiu é um trabalho longo, mas a união dos irmãos Allgood torna isso um pouco menos impossível. Desde o primeiro livro, a única coisa que eu sempre gostei foi o fato deles serem irmãos unidos, que sabem que bem, a união realmente faz a força.
Lembra que eu sempre falo sobre os capítulos curtos e sempre narrados por Wisty ou Whit? Nesse livro temos uma novidade: tem capítulo narrado por Pearl Marie Neederman. Ela é uma personagem que apareceu no livro anterior da série, Fogo, mas que agora toma mais força na narrativa - e transforma um pouco a história do livro. O que foi uma reviravolta revigorante, de verdade.
O lugar em que estão está cheio de esperanças por uma vida melhor agora que conseguiram se livrar do mal que a Nova Ordem fazia. Só que algumas atitudes são tomadas de forma impensada, e as forças do mal, que obviamente continuavam a rondar, começam a se infiltrar entre eles. Outros personagens que não tiveram tanto destaque até aqui começam a ser parte importante da trama.
Dos quatro livros, esse foi o que eu mais gostei, por ter essas novidades na narrativa, por fazer com que personagens secundários se tornassem importantes e por, mesmo assim, manter a fantasia e as aventuras como parte da trama. Eles tem que passar por mais desafios, mas agora as coisas parecem mais reais. Mal posso esperar pelo último livro!
[Lançamento!] Lagoena, de Laisa Couto
Alô, amigos Inspirados!
Pra quem é de casa há mais tempo, sabe que já falamos um bocado sobre Lagoena, uma criação de Laísa Couto que passou de "bookserie" para o futuro certo e lindão na forma de livro impresso! Pois é, então agora esse sonho tá virando realidade, e eu não abro mão de ler essa obra nacional incrível! Ah, não mencionei, né? Pois é, a autora Laisa Couto é brasuca e veio pra mostrar que os dedinhos mágicos dos autores verde-e-amarelo também podem escrever literatura fantástica muito bem, obrigado! Dê uma chance pra Lagoena, sabe por quê? Lagoena quer te dar essa chance!
A editora da vez é a Draco, que vem mostrando uma dedicação acima da média para esse gênero, e o suporte que estão tando para os autores brasileiros é incrível. Laisa Couto conquistou meu coração quando me apresentou a Rheita, a menina órfã com um destino muito maior do que podemos imaginar! Parabéns à editora pela atitude de visão. Lagoena, aí vamos nós!
Lagoena – O Portal dos Desejos
Laísa Couto
“Lagoena é uma trama intrigante, tecida com várias linhas de imaginação e pintada com inúmeros matizes que lançam sombras em cada página, é impossível dizer que a história é monótona e previsível.” – Blog Pensamento, Apoteose da Dúvida.
Pode um segredo protegê-la da maior aventura de sua vida?
Rheita é órfã de mãe e a única neta de um joalheiro falido. Por mais que seu avô tente, os esforços para isolar essa garota de 10 anos do mundo e esconder sua verdadeira identidade são inúteis.
Inteligente e esperta, a curiosidade da garota leva-a a uma descoberta no antigo quarto da mãe. Encontra a metade de um mapa mágico, mas qual seria a relação disso com o desaparecimento de seu pai?
Quando Kiel, o filho gago do sapateiro, faz revelações incríveis a Rheita, juntos partem para uma aventura repleta de segredos ainda maiores, rumo a um outro mundo, Lagoena, a Terra Secreta que corre grande risco de não mais existir.
A menina deverá salvar esse lugar mágico, protegendo o tesouro do mapa da cobiça de um imperador amaldiçoado, enquanto segue o maior desejo de seu coração: encontrar o pai que nunca conheceu.
Lagoena: O Portal dos Desejos é o romance de estreia de Laísa Couto, autora que resgata a magia dos contos de fada em uma história emocionante e envolvente. Quando a verdade da sua vida lhe foi negada, fugir para um mundo fantástico pode ser a única salvação.
E aí, se interessou na obra? Eu vou presumir que você tem bom gosto e que sua resposta foi "sim" xD
Se você curtiu e quer adquirir a obra - imagina essa capa na sua estante, cara! - corre nesse link >>AQUI<< e garanta o seu! Não perca a chance de embarcar ao lado de Rheita nessa aventura mágica e tão densa, com mistérios que vão te envolver do início ao fim!
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Sobre a autora:
Laísa Couto
É uma poesia quebrada. De dia sopra histórias ao vento. De noite explora nebulosas e colhe lágrimas de deuses esquecidos. Quando dorme, apenas sonha.
[Resenha] Caçadores de Tesouros, de James Patterson & Chris Grabenstein
A editora Novo Conceito trouxe muitas novidades esse ano, inclusive o selo #Irado, com histórias infanto-juvenis repletas de aventura, fantasia, e uma pancada de elementos que encantam os leitorezinhos - e, por que não, os mais velhos? E hoje vamos entrar de cabeça numa aventura com muitos mapas, segredos, viagens em alto-mar e uma boa dose de golpes de caratê!
Bick, Beck, Tempestade e Tommy são irmãos que, por motivos de força maior - você nem imagina o quanto - foram afastados de seus pais, o famoso casal Kidd, caçadores de tesouros. Após uma grande tempestade, eles estão sozinhos, mas depois de seu luto - ainda que Bick afirme piamente que os pais ainda estão vivos - eles partem para continuarem o que seus pais não puderam terminar: a caça ao tesouro.
Enquanto eles se aventuram para atingir os objetivos dos pais, eles vão cruzar o caminho do tio com um emprego um tanto quanto curioso, além de uma boa dose de gangsters ao seu encalço. Envolvidos em trocas de artefatos valiosos e correndo em busca do paradeiro de seus pais (Bick sempre acreditou que o pai estivesse vivo, mesmo que o restante de seus irmãos não colocassem tanta fé nisso), eles descobrem mais sobre os segredos de suas famílias do que poderiam imaginar.
O livro Caçadores de Tesouros tem uma das capas mais belas que o selo #Irado já lançou: um título vermelho metálico, capa dura, e uma ilustração muito bem feita. E não é só a capa não! A diagramação está incrível, com ilustrações bastante interativas, o tipo de livro que encantaria qualquer leitor de primeira viagem. Não podemos esquecer se tratar de uma obra infanto-juvenil, embora o livro aborde pontos bastante maduros.
A premissa de Caçadores de Tesouros é muito boa, e cada personagem tem sua simpatia, não dá pra não gostar da teimosia dos gêmeos Bick e Beck, da genialidade de Tempestade ou das fanfarronices do Tommy. Escrito em primeira pessoa, temos Bick como o narrador - por ser bom com as palavras - e temos Beck como a ilustradora - que por sua vez é uma excelente desenhista.
Infelizmente, como nem tudo são flores, a obra escrita por James Patterson e Chris Grabenstein não tem aquele charme para nos prender o suficiente. Embora seja um livro pequeno, há momentos em que o desenvolvimento da história não é muito convincente, e acaba perdendo um pouco o leitor, embora isso não provoque aquela vontade de abandonar a leitura. Talvez seja a dificuldade em adaptar diálogos cômicos do inglês para o português, o fato é que algumas falas acabaram perdendo o tom bem humorado e fica parecendo algo 'bobo' a se dizer. Apesar disso, é uma narrativa fácil, rápida, com o tipo de trama que chama a atenção sem exigir muito do leitor. Para os que ainda não tiveram aquela experiência com os livros, é uma ótima pedida, ou mesmo para os pequenos amantes de livros que procuram novas experiências. Para os mais velhos, no entanto, acho melhor procurarem por outra coisa, porque aqui em Caçadores de Tesouros a vez é da criançada!
Enquanto eles se aventuram para atingir os objetivos dos pais, eles vão cruzar o caminho do tio com um emprego um tanto quanto curioso, além de uma boa dose de gangsters ao seu encalço. Envolvidos em trocas de artefatos valiosos e correndo em busca do paradeiro de seus pais (Bick sempre acreditou que o pai estivesse vivo, mesmo que o restante de seus irmãos não colocassem tanta fé nisso), eles descobrem mais sobre os segredos de suas famílias do que poderiam imaginar.
O livro Caçadores de Tesouros tem uma das capas mais belas que o selo #Irado já lançou: um título vermelho metálico, capa dura, e uma ilustração muito bem feita. E não é só a capa não! A diagramação está incrível, com ilustrações bastante interativas, o tipo de livro que encantaria qualquer leitor de primeira viagem. Não podemos esquecer se tratar de uma obra infanto-juvenil, embora o livro aborde pontos bastante maduros.
A premissa de Caçadores de Tesouros é muito boa, e cada personagem tem sua simpatia, não dá pra não gostar da teimosia dos gêmeos Bick e Beck, da genialidade de Tempestade ou das fanfarronices do Tommy. Escrito em primeira pessoa, temos Bick como o narrador - por ser bom com as palavras - e temos Beck como a ilustradora - que por sua vez é uma excelente desenhista.
Infelizmente, como nem tudo são flores, a obra escrita por James Patterson e Chris Grabenstein não tem aquele charme para nos prender o suficiente. Embora seja um livro pequeno, há momentos em que o desenvolvimento da história não é muito convincente, e acaba perdendo um pouco o leitor, embora isso não provoque aquela vontade de abandonar a leitura. Talvez seja a dificuldade em adaptar diálogos cômicos do inglês para o português, o fato é que algumas falas acabaram perdendo o tom bem humorado e fica parecendo algo 'bobo' a se dizer. Apesar disso, é uma narrativa fácil, rápida, com o tipo de trama que chama a atenção sem exigir muito do leitor. Para os que ainda não tiveram aquela experiência com os livros, é uma ótima pedida, ou mesmo para os pequenos amantes de livros que procuram novas experiências. Para os mais velhos, no entanto, acho melhor procurarem por outra coisa, porque aqui em Caçadores de Tesouros a vez é da criançada!
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