[Lançamentos] Editora Sextante

Alô amigos Inspirados!

Pois é, fim de ano é correria, e eu quase deixo passar a chance de mostrar a vocês as novas publicações que levam o selo da Sextante! Os títulos são incríveis, com lições de vida, introspecção para nos auto-avaliarmos, tudo isso entre as páginas dos lançamentos Sextante! =)



AS VANTAGENS DE SER OTIMISTA, de Allan Percy

Quando enfrentamos um problema, o otimismo nos ajuda a manter a serenidade e a perspectiva. Por pior que seja a situação, temos a certeza de que sairemos dela fortalecidos.
Ser otimista não nos faz ter uma vida perfeita, mas nos permite evitar a amargura e a negatividade que costumam envenenar nosso coração nos momentos de crise.
O objetivo deste livro é mostrar como podemos estimular os pensamentos positivos e encarar a vida com mais leveza e tranquilidade. Para isso, Allan Percy nos oferece um “kit de sobrevivência” que contém os seguintes itens:
• Doze estratégias rápidas para lubrificar as engrenagens da positividade.
• Ensinamentos e aforismos de grandes pensadores para nos ajudar a ver o lado bom da vida.
• Uma mudança de perspectiva para transformar os pensamentos negativos em positivos.
• Doze histórias inspiradoras de pessoas que conquistaram seus objetivos, mesmo quando tudo parecia indicar que iriam fracassar.
• Uma breve visão científica de três amigos do otimismo: a cozinha energética, as endorfinas e o hipérico (ou erva-de-são-joão).

Essas ferramentas nos permitem escolher o estado de espírito com que queremos viver. Se optarmos pelo otimismo, continuaremos tendo dias bons e dias ruins, mas seremos capazes de superar os obstáculos sem desanimar. Essa é uma das maiores vantagens de ser otimista.



NATE BOTA PRA QUEBRAR, de Lincoln Peirce


Mesmo que os amigos não deixem que ele seja o vocalista e líder da banda O Escravo Molusco, Nate continua arrasando! Ele é o superastro das histórias em quadrinhos e faz sucesso com a garotada em todo o mundo!
Confira as trapalhadas divertidas deste garoto de 11 anos e suas tentativas de embromar os professores da escola, os colegas que duvidam da sua genialidade e o pai totalmente sem noção. Este livro reúne as tirinhas diárias e dominicais do cartunista Lincoln Peirce, publicadas originalmente em jornais e na internet.



JESUS ESTÁ AO SEU LADO, de Sarah Young

Não é difícil nos imaginarmos falando com Deus. Na verdade, muita gente faz isso todo dia. A oração faz parte da vida de muitas pessoas. Mas poucas ousam imaginar Deus falando diretamente e sussurrando à sua mente e ao seu coração.
Sarah Young acredita que a presença de Deus deveria ser uma experiência contínua na vida de todos, e que essa experiência deveria trazer alegria, paz, amor, confiança, coragem e uma aproximação mais estreita com o Criador do Universo.
Foi o que Sarah ousou experimentar. Ao dedicar momentos a sós com Deus, ela decidiu registrar os pensamentos e as impressões que lhe vinham à mente e ao coração, como se o próprio Deus estivesse conversando com ela. Sarah usa passagens da Bíblia e escreve sob a perspectiva de Deus falando diretamente com você. É um recurso poético extraordinário e bastante didático.

Jesus está ao seu lado permitirá que você sinta e viva intensamente o chamado de Jesus para desfrutar da presença de Deus em sua vida.

Feliz Ano Novo, Moçada!

Alô, amigos Inspirados!
   
     O Blog Inspirados deseja a todos um feliz Ano Novo! =)





Pedro
     Alguma vez vocês já pensaram em como o tempo nos afeta? O mais engraçado é que ele nos afeta muito mais do que com rugas ou cabelos brancos. Ele nos marca. De um jeito diferente. É como traçar uma linha com lápis em uma folha, você vai fazendo isso lentamente, e chega uma hora que você olha pra trás e vê o quão longe foi essa linha. Mas imagine só a bagunça traçar isso tudo numa única folha. Por isso os anos passam. Assim a gente pode virar uma folha, começar a traçar caminhos, sonhos e o que mais for preciso em uma folha novinha, em branco, pronta pra registrar toda a nossa vida.
     É assim que o tempo nos marca. Vai fazendo do risco, nossa vida, num traço inusitado, ora suave, ora forte, cheio de ondas, tremulações. E sabe o que eu mais gosto no tempo? Ele não volta. Porque assim a gente sente aquele prazer da nostalgia, de querer voltar no passado quando, na verdade, isso não é possível.  É o que nos faz querer continuar em frente: saborear bons momentos em tempos passados, e querer repetir aquela sensação daqui por diante, como se sua história fosse a prova viva que de momentos felizes existem e que, por isso mesmo, um ano que começa e um novo marco para novos momentos como esse, porque sabemos que eles existem. E talvez seja a isso que o Ano Novo se refira: não são apenas novas experiências, mas também a chance de repetir alguns traços que fizemos em folhas passadas.
     Pois é, fico muito feliz em ver que o blog tem duas folhinhas riscadas, e que hoje riscamos nossa terceira. Com o pé direito em 2014, esperamos que todos tenham um ano incrível, com realizações, sucesso, a tão querida paz, e todo aquele clichê que faz tão bem pra alma!

Tullia
Infelizmente aqui quem fala ainda sou eu, Pedro. Não consegui pegar os votos de ano novo da Tullia, mas não poderia deixar de lembrar aqui a incrível participação dessa colunista que tanto que se empenhou durante UM ANO INTEIRO! Com a coluna Viajando Pelas Páginas, ela deu um toque diferente ao blog, e por isso, obrigado Tullinha! E seu lugar aqui ainda é certo, ok? =)
Eu tenho certeza que, se ela estivesse aqui, ela desejaria a vocês um feliz Ano Novo cheio de bênçãos e muita coisa boa! E com sorte, vocês terão uma nova coluna da Tullia em breve =)



Lari
Oi, gente! Estamos chegando ao fim de mais um ano, e nada melhor que essa época pra nos fazer refletir sobre tudo que fizemos ou deixamos de fazer. Para mim, 2013 foi um dos anos mais longos que eu lembro de ter vivido. Não no sentido ruim, mas no sentido de ter aproveitado todos os momentos possíveis, e de ter me dedicado às coisas que eu realmente gosto. Quando o ano começou, eu me fiz uma promessa, e pode até parecer piegas, mas foi a melhor decisão que eu tomei: a promessa era de me fazer feliz em qualquer lugar. Funcionou. Eu me preocupei em perceber o que eu gostava antes de me preocupar com o que os outros pensavam, e tudo fluiu muito melhor. Conheci muita gente boa, desapeguei de muita coisa que só acrescentava quantidade na minha vida, e me foquei naquilo que me traria qualidade. Acho que em 2014 eu vou manter a mesma promessa: ser feliz, e me fazer feliz, principalmente. Quando você fica bem, as pessoas ao seu redor mudam também. Em um evento aleatório que eu pensei mil vezes se devia ir eu encontrei com uma amiga. Essa amiga me apresentou a uma pessoa que vem perturbando minha vida e me divertindo como pouquissimas pessoas desde então. E é graças aquele evento aleatório e em um lugar nada comum que eu estou aqui hoje, escrevendo para vocês. A vida é mesmo feita desses pequenos acontecimentos. E eu aprendi que é muito melhor se arrepender de algo que a gente fez do que de algo que a gente não fez. Pelo menos a gente tentou. Espero que 2014 seja um ano repleto de tentativas, de descobertas e de felicidades pra todos vocês.



     É isso aí, pessoal! Tenham um lindo ano novo, com muitos livros! A equipe Inspirados agradece a sua participação no blog, é o que torna o nosso trabalho cada vez melhor!
     Fiquem na Paz! =)

[Resenha] Adeus à Inocência, de Drusilla Campbell

     Algumas histórias se cruzam de um jeito inexplicável, e quando se entrelaçam, fica difícil acreditar se tratar de uma simples obra do acaso. O problema é que, para darmos as mãos a algo novo, precisamos desatar o elo com coisas antigas. Quando essa coisa antiga é a inocência, o que podemos esperar do novo?





Título: Adeus à Inocência
Autora: Drusilla Campbell
Editora: Novo Conceito
270 páginas
2013

     Duas vidas nunca pareceram tão distantes quanto as de Django e Madora. Um tinha tudo e ninguém, a outra não tinha nada e alguém. E, num desencontro marcado pelo destino, eles se esbarrariam longe de suas casas, longe de seus planos.

     Madora nunca fora dona de si mesma, precisava encostar-se em uma personalidade forte, gostava de viver na sombra de alguém que pudesse liderá-la, e ela se sentia bem com isso. Aos 17 anos conheceu Willis, o sujeito por quem se apaixonou e acreditou ser a sombra acolhedora que lideraria sua vida para sempre. Mas ao longo dos anos Willis se revelou uma pessoa instável e intimidadora, capaz de domá-la e mesmo fazê-la acreditar estar errada simplesmente por querer pensar por si mesma. Acompanhada por seu amigo pit bull Foo, babá de uma garota de 16 anos que era mantida cativa dentro de um trailer, Madora começou a perceber que sua vida não estava certa.
     Django, por outro lado, era o oposto. Ele ainda era apenas um garoto, mas sua personalidade era tão sólida quanto pedra. Sua vida como filho de estrelas do Rock nunca foi um problema, pelo contrário. Mas um acidente de carro tornou o menino órfão e, com sua nova condição, sua vida mudou absurdamente. Morar com a tia deu a ele uma nova perspectiva.
     Foi por acaso que os caminhos de Django e Madora se cruzaram. A partir daí, uma amizade estranha ente eles iria se tornar um problema e uma solução. Afinal, eles tinham algo em comum: estavam em inércia, suas vidas haviam estacionado numa grande questão, e caberia a eles traçarem uma jornada pelo deserto metafórico dentro deles mesmos, até que pudessem encontrar um oásis, onde pudessem encontrar de novo um motivo para viver.

      Escrito em terceira pessoa, Adeus à Inocência é um livro sobre duas personalidade diferentes que, de um jeito ou de outro, viviam presos em si mesmos, enquanto Madora não conseguia sair de si mesma, Django não era capaz de deixar ninguém entrar. Mas conhecer um ao outro foi a solução, e a narrativa mostra, de forma simples, porém densa, como esse encontro aconteceu.
     As personagens são muito bem elaboradas, alguns são facilmente odiados, outros são dignos de pena ou ganham nosso carisma logo na primeira página. O problema mesmo é ter paciência para acompanhá-los ao longo dessa jornada. A leitura não foi uma das melhores que tive ao longo do ano, mesmo sendo um livro pequeno e de leitura fácil, o ritmo é cansativo um bocado de vezes, chega a ser monótono em algumas partes. É o tipo de livro que pede por um momento específico da vida do leitor, não é uma leitura para todas as horas.
     No fim das contas, posso dizer que o livro teve um começo muito bom, capaz de criar um ambiente onde o leitor se interessa pelas personagens, mas no meio do livro as coisas não ficaram assim tão boas. Apesar disso, o final é surpreendente, não pelo fim em si (acredito que seja algo meio previsível), e sim os detalhes que fizeram esse desfecho ser tão original.

    Boa leitura, fiquem na Paz! =) 

[Resenha] Anjos à Mesa - Debbie Macomber

Um dos lançamentos da Novo Conceito para dezembro foi esse livro fofo que está na foto. Gente, não tem coisa melhor na vida que ler um livro leve e despretensioso em meio a loucura de final de ano. Ficou ainda mais perfeito com a temática de natal, miha época favorita do ano. Na história, temos três anjos: a Mercy, a Godness e a Shirley. Elas estão treinando um novo anjo, o Will. Nesse treinamento, apresentando ao novo anjo suas funções, esses quatro anjos vão parar na terra. Em véspera de Ano Novo. Na Times Square. Não tinha como dar certo.
Acontece que eles são meio desajeitados. Na verdade, são muito desajeitados. E na hora em que deu meia-noite, eles estavam separados por serem tão desajeitados. Ao ver todos ao seu redor se beijando, menos duas pessoas que estavam próximas mas nem se conheciam, Will decide dar um empurrãozinho. Literalmente. Quando Aren esbarra em Lucy, os dois sentem uma conexão imediata.  E passam a primeira noite do novo ano inteira conversando um com o outro, o que só faz com que os dois criem mais afinidades. Mas Lucy está em uma época difícil de sua vida, e não sabe se quer ou pode ter um relacionamento agora. Então Aren tem uma ideia.
Aren sugere que eles se encontrem dali a uma semana, no topo do Empire State Building. Nada de troca de telefones, nada de pressão, ele queria deixar tudo bem simples: se ela quisesse estar com ele, ela iria procurá-lo lá. Se não, cada um seguia com a sua vida. E foi com esse encontro que Lucy ficou na cabeça por toda a semana. Pesando os prós e contras, pensando no tempo que precisava dedicar ao trabalho se quisesse abrir um restaurante com a mãe, ela acabou decidindo arriscar ainda assim, e encontrar Aren.
Só que, mal saiu de casa no dia marcado, Lucy é impedida de chegar ao seu destino porque recebe uma ligação avisando que sua mãe sofrera um acidente. Sua única chance de encontrar o cara que parecia ser o certo para ela acabava ali.  
Um ano depois, Lucy é chef em um restaurante novo e já aclamado, Aren é um colunista em um importante jornal de Nova York e nenhum dos dois se viu desde aquela noite. Só que eles também não esqueceram um do outro. Nem os anjos. Só que eles descobriram que, no destino dos dois, estava programado que eles se conhecessem, porque são a alma gêmea um do outro. Mas, uma vez que Will interviu, ele mudou todo o curso da história. Agora estava nas mãos dos quatro anjos conseguirem unir os dois em uma versão desastrada de um milagre de natal.

A história que Debbie criou aqui é bem daquelas de filme da sessão da tarde que fala sobre natal, sabe? Vou te dizer: nessa época, não tem coisa MELHOR! Ela consegue criar um romance fofo, umas cenas engraçadas e uma boa distração para os leitores que estiverem lendo o livro. A leitura é super leve, não demora nadinha (eu li em mais ou menos duas horas, enquanto estava parada na fila do banco!) e é daquelas que super vale a pena ler. A autora consegue passar para o leitor todos os detalhes da história, e consegue também nos apresentar aos personagens de uma forma sensacional, considerando que esse é o sétimo livro da série de Anjos da autora.
Lucie e Aren foram mesmo feitos um para o outro. Eu me apaixonei pelos dois logo no início do livro mas, tenho que ser sincera, não sou a melhor base para comparação sobre personagens em romances. Se eles se dão bem e querem estar bem é o suficiente para eu me apaixonar por eles. E é exatamente isso que acontece com eles dois. Eles se dão bem juntos, eles querem ficar bem juntos. Quando todas as coisas mais malucas acontecem e quando certos detalhes da trama são revelados, é muito bom, e até um pouquinho angustiante, e ver como eles resolvem tudo no final.
Algumas pessoas reclamaram dizendo que era clichê, que não era profundo... Gente, por favor, nem todo livro foi escrito com o intuito de mudar vidas permanentemente e tocar profundamente. Livros também são escritos para relaxar, para divertir, para ser uma boa maneira de passar o tempo. E é isso que Anjos à Mesa é. Uma delícia de leitura, nada daqueles romances que tiram seu folego, mas daqueles que te fazem torcer por um final feliz. É lindo, é fofo e vale a pena.
Sem contar que a capa e os detalhes da diagramação são SENSACIONAIS! Todas as páginas são enfeitadas, a capa é linda e o livro veio em uma caixa, já embrulhado para presente. Coisa fofa, gente! Daqueles que te faz querer colocar na estante por ser lindo e tirar da estante para reler todo natal. <3
 
Base feita por Adália Sá | Editado por Luara Cardoso | Não retire os créditos