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#Series - In The Flesh - Primeiras Impressões

     Séries e filmes sobre zumbis viraram uma epidemia, de verdade!



      Agora eles criaram uma nova série, In The Flesh, em que os zumbis vão para uma clínica de reabilitação, para serem reinseridos na sociedade. Aliás, aprendem que possuem uma doença, a Síndrome do Falecimento Parcial, e que podem ser dezumbificados com medicamentos e tratamento psiquiátrico, muita terapia e etc. E mesmo soando engraçado, não é uma comédia.
Ainda assim, não consigo entender por que eu estou gostanto tanto dessa série =)
 
     Sim, leitores viciados em séries, fiquei completamente cético quando ouvi sobre o seriado recente. In The Flesh me pareceu, à primeira vista, uma espécie de comédia que mistura humor negro e muita chacina, mas para a minha surpresa, a série tem uma atmosfera bem diferente.  Na verdade, é completamente o oposto do que eu esperava.

    Ambientado num tempo pós-apocaliptico, temos humanos de um lado, protegidos pela Huma Volunteer Force (HVF), e os zumbis, odiados pelo resto do mundo. 
     O episódio piloto começa de forma bem previsível: uma garota com farda militar fazendo uma limpa num supermercado abandonado, quando de repente é surpreendia por uma garota zumbi. Ao tentar escapar, é encurralada por outro zumbi, um rapaz com cara de quem não come há um bom tempo. E é justamente esse o sujeito que será nosso protagonista, porque, sim, o personagem focado (pelo menos no primeiro episódio da série) é um zumbi, o jovem Kieren


      Mas a cena muda logo em seguida, e somos levados a um lugar pacífico, branco, com lençois limpos e janelas gradeadas. Estamos em um centro de reabilitação para portadores da "Síndrome do Falecimento Parcial" (nome dado à condição de semi-vida dos zumbificados), e Kieren está sob tratamento. A garota com a farda (aquela do supermercado, lembra?) foi a sua última vítima, a mesma que assombra seus sonhos, lembrando-o de que jamais será normal novamente.

     O rapaz, depois do tratamento e do medicamento diário, é considerado apto para voltar à sociedade. Kieren, então, volta para casa ao lado de seus pais. Mas se vocês pensam e a problemática da série gira em torno de um zumbi reabilitado com problemas em conter o desejo por carne humana, você está enganado. Quando Kieren volta para o seu lar, descobrimos que o maior problema são as pessoas cujo medo pelos "monstros" ainda está muito vivo, uma comunidade pequena que segue aos princípios do padre, um lugar onde muitos perderam entes queridos e, agora, desejam extravasar o sofrimento odiando aqueles que conseguiram se "recuperar" e que ainda representam uma ameaça para a raça humana. Não apenas isso! Jam, a irmã do jovem zumbi, não aceita a ideia de ter o irmão mais velho transformado numa criatura comedora de cérebros, o que torna a tensão familiar ainda mais pesada. E se acha que é pouco, tá enganado, porque a Jam é
     A família de Kieren tenta esconder o garoto de todas as formas, protegê-lo dos olhares curiosos, impedir que descubram a existência de um zumbi na comunidade... Até onde eles conseguirão? 
 
     Vale mencionar que a maquiagem ficou bem bacana, nada que mereça o Oscar (hehe), mas com certeza é um ponto positivo que precisa ser mencionado. A trilha sonora é surpreendentemente melancólica, as letras das canções são bem depressivas, o que deixa a série com uma atmosfera ainda mais triste. Há momentos cômicos, trágicos, realmente emotivos, e com um suspense de roer as unhas. Interessente, também, a forma como a série trabalhou os "medicados", como são chamados por alguns. É uma analogia bem interessante com os dias de hoje, em que temos ex-viciados, soropositivos controlados, que ainda são vistos pela sociedade com o canto dos olhos, de forma preconceituosa e até mesmo ignorante. Em alguns momentos, inclusive, sentimos tanta compaixão pelos zumbis, e tanto ódio pela vingança irracional dos humanos, que já não sabemos mais de que lado estamos. 
     Com um final surpreendentemente triste, In The Flesh aborda de forma única o universo dos zumbis, tão adorado nos dias de hoje, porém utilizando uma forma pouco convencional para mostrar que não são os comedores de cérebro os únicos monstros em nossos dias. Às vezes, humanos podem ser terrivelmente piores. 


     Infelizmente, a série conta com apenas 3 episódios para a primeira temporada, e não sei se podemos esperar uma segunda, mesmo que o Pilot tenha superado as expectativas de audiência. Em todo o caso, acho bom os produtores não exagerarem, a série tem uma trama muito frágil, sabe-se lá que estrago podem fazer se 'mirabolarem' demais, né? 


     Boa leitura é ótimas séries! =)   

 

Dica de Série - White Collar

     Imagine um bandido. Não um bandido comum, desses que assaltam as casas de idosas quando elas estão fazendo pilates... Bem, a menos que elas tenham um Renoir em casa. Enfim, não é do tipo batedor que carteira que estamos falando.
     Estou falando dos verdaderios ladrões. Os bons mesmo (não estou fazendo apologia ao crime, olhe lá como vai me interpretar, hein!), do tipo de deixa a polícia para trás seguindo uma pista falsa quando, na verdade, o bandido tá no bem-bom tomando um martini e curtindo uma música clássica em uma cobertura de luxo.
Vamos à série, então:

 

     Neal Caffrey é um criminoso de colarinho branco. Além de estilo próprio, roupas de grife e uma habilidade circense com um chapéu à la Al Capone, o bastardo ainda tem um humor divertido e conquista todas as mulheres, tudo para chegar aonde quer. Curiosamente (notem o sarcasmo), o F.B.I. não gosta dele.
     Neal rouba grandes quadros, obras de arte raríssimas e de valor cultural artístico. De gosto refinado, o bandido engana a todos, até mesmo o esforçado agente Peter Burke, o único que, mais tarde, conseguiu capturar o indetectável Neal Caffrey.

Neal, depois de preso, perdeu contato com sua namorada Kate que, misteriosamente, desaparece. O jovem ladrão precisa, agora, dar um jeito de recuperar sua garota e, de quebra, tirar o agente Burke da sua cola. Mas as coisas não aconteceram como previsto. Burke coloca as mãos no bandido mais uma vez e, num ultimato, o F.B.I. lança o ultimato. Ou Neal Caffrey volta para o xadrez de uma vez por todas, ou trabalha para a agência de crimes de colarinho branco como um consultor. Claro que foi uma proposta excelente! Ninguém melhor do que o próprio Caffrey conhecia o mundo dos criminosos magnatas. Além disso, que outra oportunidade melhor haveria para o jovem amante da arte encontrar sua namorada?

Alexandra Daddario interpreta Kate em White Collar
      Nessa intrincada protosta pela série do canal USA Network, uma amizade incomum surgirá entre Peter Burke e Neal Caffrey, o bandido e o mocinho que, numa parceria, descobrem uma lealdade que não estava prevista nos direitos civis.







Muitos mistérios irão surgir ao longo da série, como o aparecimento de uma antiga amiga e ladra do protagonista, o segredo de uma caixinha de música, mortes e a descoberta de um perigoso indivíduo infiltrado na sede do F.B.I. Em cada episódio, a amizade entre Peter e Neal vai à prova, e até que se saem muito bem. É claro que fica bem mais fácil confiar no ladrão quando ele tem uma tornozeleira de rastreamento, embora isso não impessa Caffrey de se livrar do acessório vez ou outra =D




Hilary Burton

Alexandra Daddario
A série conta com ilustres participações, como Hilary Burton (a Peyton de One Tree Hill), e a linda Alexandra Daddario (a Annabeth Chase do filme Percy Jackson) interpretando a namorada Kate, além da talentosa Marsha Thomason e a simpática Tiffani Thiessen. Peter Burke é protagonizado por Tim deKay, e Neal Caffrey por Matt Bomer.



      Posso dizer que essa é uma das minhas séries preferidas. Além de possuir um elenco talentoso, white Collar possui uma trama inquietante de ação, suspense e  uma dose considerável de bom humor. Podemos resumir a série em duas palavras: inteligente e criativa.



 

Espero que tenham gostado da dica.

Grande abraço a todos, fiquem na Paz!

Esse post foi feito por mim, para o blog O Livreiro
 
Base feita por Adália Sá | Editado por Luara Cardoso | Não retire os créditos