Olá, amigos Inspirados!
Estão prontos para mais uma resenha? O que temos no cardápio de hoje é um chick-lit escrito por Cecelia Ahern, autora do best-seller P.S. Eu Te Amo. O livro A Vez da Minha Vida foi publicado no Brasil pela Novo Conceito e, gentilmente, me foi concedido em parceria. Valeu, NC!
Lucy Silchester está quebrada. De muitas maneiras. Seu emprego não é o seu sonho, o apartamento não é dos melhores, é um completo desastre em relacionamentos e, pensando bem, não se sai muito bem em qualquer tipo de interação social, embora seja muito bonita (novidade?). O passado dela é assombrado por algumas escolhas mal feitas e, num determinado momento, ela acaba recebendo um convite para se encontrar com Vida, a sua vida! Curioso, não?
Quando ela mentiu da primeira vez, isso se tornou um hábito terrível. Passou a fugir de situações e pessoas usando mentiras como artifício e, quando percebeu, estava vivendo baseada nelas. Por isso não foi exatamente uma surpresa ao encontrar aquele envelope enviado por ninguém menos do que Vida. Não, isso não é a vida em sua forma astral, uma entidade superior que veio lhe ensinar uma lição. Trata-se de uma pessoa normal, um homem descuidado e de aparência surrada, uma personificação exata da condição emocional da nossa protagonista.
Quando, finalmente, ela decide se encontrar com Vida, as coisas começam a mudar para o lado de Lucy. Claro, sempre vem a tempestande antes da vida boa, por isso a história é regrada de conflitos internos, atritos familiares e relacionamentos cheios de pontas soltas, além de amizades com problemas pendentes.
Cecelia Ahern criou um chick-lit com uma proposta interessante, onde a protagonista se vê capaz de consertar sua vida tendo como conselheira, vejam só, ela própria ( a Vida!). O livro explica muito pouco sobre essa interação, mas fica claro que não se trata de um encontro sobrenatural - como eu imaginei que fosse - é mais uma espécie de programa para reabilitação emocional, em que a família da pessoa concede informações relevantes para uma pessoa que faria o papel de Vida, e essa mesma pessoa serviria como conselheiro para todas as questões pessoais. A partir daí, Lucy convive com o rapaz que assume esse papel, um sujeito mal vestido e desleixado, que com o tempo melhora sua aparência, ilustrando as boas escolhas que a protagonista toma ao longo da trama. Esse foi um dos recursos que me incomodaram e, na verdade, não me convenceram. A menos que houvesse uma aura mística na história, não enxerguei sentido algum no humor de Vida se espelhar na condição de Lucy.
Mas alguns recursos foram muito bem aplicados. Uma estratégia interessante usada livro foi usar o habito de mentir de Lucy para dar forma ao trilhar da leitura. Por ser escrito em primeira pessoa, a impressão que temos é de que Lucy vive uma vida feliz e satisfeita, o que é desmentido com o tempo, de acordo com a aparição de personagens secundários que desmitificam essa vida perfeita pintada pela protagonista.
Embora a escrita não seja muito atraente, a autora consegue levar a história muito bem, criando altos e baixos que vêm no momento certo, tendo o cuidado de prender o leitor quando a leitura começa a ficar monótona.
O livro é indicado especialmente para leitores mais românticos, o tipo de leitura que encanta aqueles que sonham com uma vida em que o grande amor surge na hora H, quando tudo parece perdido. A Vez da Minha Vida é uma boa companhia para se passar o tempo, mas não é o tipo de livro que costumo ler duas vezes. Ainda com certa complexidade, acho que faltou elaboração, mas isso não impede a boa escolha da Novo Conceito em publicar esse livro.
Boa leitura a todos, fiquem na Paz!
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[Resenha] O Reino - Clive Cussler
Se você leu O Espião (resenha aqui), então conhece a narração extraordinária que Cussler utiliza para criar seus cenários cheios de ação e mistério. O Reino é o seu segundo livro publicado pela Novo Conceito, e já mostrou uma cara totalmente nova em relação ao seu primeiro livro publicado pela NC.
O casal Fargo foi abordado por um sujeito milionário nada simpático, solicitando os serviços de Sam e Remi. Com o trabalho veio a notícia de que um amigo havia desaparecido antes, durante essa mesma tarefa, o que torna tudo ainda mais complicado. Como negar um trabalho duvidoso quando se tem alguém que é importante em risco?
Contanto com a ajuda de aliados e contatos, enfiaram-se nessa trama para encontrar o amigo e, no processo, entender o que estava rolando por trás do pedido do Sr. King, um barão texano do petróleo. E, como toda boa obra escrita por Cussler, aventuras, uma troca (coisa normal) de tiros e uma sagacidade admirável por parte dos herpois, uma viagem pelo mundo é feita, desde iates luxuosos a cavernas no meio do nada. Tudo isso para encontrarem o tesouro, uma caixa de madeira com segredos milenares de um povo que morreu tentando mantê-lo em segurança.
Se você leu O Espião, primeiro livro do autor publicado pela Novo Conceito, então sabe como Clive Cussler consegue criar uma atmosfera bastante acolhedora, além de heróis dos tempos modernos bastante sedutores e cheios de manha. Foi o primeiro livro que me fez interessar pelo trabalho de Cussler, e não fiquei desapontado com o segundo.
Não vou dizer que foi meu favorito, pois não foi. Senti falta da paixão policial que havia na sua obra anterior. Em O Reino, muitas das vezes a narrativa era técnica demais, apresentando lugares e parafernalhas de escalada, por exemplo, e isso me deixou um bocado fora de órbita em alguns parágrafos. Mas com uma insistência, dá pra chegar ao 'vamos-ver' da história, onde a ação e os mistérios se enrolam numa trama muito bem tecida.
Não posso dizer que essa obra seja original, afinal, o tesouro escondido por uma civilização antiga não é algo incomum, mas posso dizer que Cussler consegue fazer brotar sua própria fonte de criatividade, deixando sua marca registrada no roda-pé.
A arte da capa, feita pela Novo Conceito, está de parabéns. Deu aquela cara de 'HQ' americana, uma atmosfera que a gente percebe logo de início, lendo O Reino. O livro não é grande, a leitura é rápida, então nada de preguiça, dá pra ler numa boa sem ser impedido pelos pequenos detalhes cansativos.
Boa leitura, amigos, fiquem na Paz! =)
O casal Fargo foi abordado por um sujeito milionário nada simpático, solicitando os serviços de Sam e Remi. Com o trabalho veio a notícia de que um amigo havia desaparecido antes, durante essa mesma tarefa, o que torna tudo ainda mais complicado. Como negar um trabalho duvidoso quando se tem alguém que é importante em risco?
Contanto com a ajuda de aliados e contatos, enfiaram-se nessa trama para encontrar o amigo e, no processo, entender o que estava rolando por trás do pedido do Sr. King, um barão texano do petróleo. E, como toda boa obra escrita por Cussler, aventuras, uma troca (coisa normal) de tiros e uma sagacidade admirável por parte dos herpois, uma viagem pelo mundo é feita, desde iates luxuosos a cavernas no meio do nada. Tudo isso para encontrarem o tesouro, uma caixa de madeira com segredos milenares de um povo que morreu tentando mantê-lo em segurança.
Se você leu O Espião, primeiro livro do autor publicado pela Novo Conceito, então sabe como Clive Cussler consegue criar uma atmosfera bastante acolhedora, além de heróis dos tempos modernos bastante sedutores e cheios de manha. Foi o primeiro livro que me fez interessar pelo trabalho de Cussler, e não fiquei desapontado com o segundo.
Não vou dizer que foi meu favorito, pois não foi. Senti falta da paixão policial que havia na sua obra anterior. Em O Reino, muitas das vezes a narrativa era técnica demais, apresentando lugares e parafernalhas de escalada, por exemplo, e isso me deixou um bocado fora de órbita em alguns parágrafos. Mas com uma insistência, dá pra chegar ao 'vamos-ver' da história, onde a ação e os mistérios se enrolam numa trama muito bem tecida.
Não posso dizer que essa obra seja original, afinal, o tesouro escondido por uma civilização antiga não é algo incomum, mas posso dizer que Cussler consegue fazer brotar sua própria fonte de criatividade, deixando sua marca registrada no roda-pé.
A arte da capa, feita pela Novo Conceito, está de parabéns. Deu aquela cara de 'HQ' americana, uma atmosfera que a gente percebe logo de início, lendo O Reino. O livro não é grande, a leitura é rápida, então nada de preguiça, dá pra ler numa boa sem ser impedido pelos pequenos detalhes cansativos.
Boa leitura, amigos, fiquem na Paz! =)
[Resenha] Romeu Imortal - Stacey Jay
Alô, amigos Inspirados!
Um pouco de romance fantástico nunca machucou ninguém (a menos que você seja o protagonista. Nesse caso, apenas lamentamos =]), por isso estou aqui para apresentar a todos vocês o segundo livro de Satecey Jay, Romeu Imortal, a continuação de Julieta Imortal (resenha aqui).
Título: Romeu Imortal
Autora: stacey Jay
editora: Novo Conceito
328 páginas
Romeu conseguiu uma segunda chance para reparar terríveis erros cometidos em seu passado. Se você teve a oportunidade de ler o primeiro livro dessa releitura completamente incomum do romance shakesperiano, então sabe a fanfarronice que o sujeito fez com sua suposta amada Julieta. A Enfermeira, uma espécie de entidade dos Embaixadores da Luz, se apresenta para o rapaz dizendo estar disposta a judá-lo a encontrar o perdão por todos os seus crimes quando era um Mercenário das Trevas. O grande clichê Bem versus Mal, nessa história, ganha uma dimensão que viaja através dos séculos e dá uma incrementada na temática. Nesse aspecto, Stacey Jay foi bastante original.
Para sua redenção, Romeu precisa laçar o coração de Ariel, uma jovem problemática que parece ter alguma forte influência sobre o destino de todo o mundo, e cabe ao rapaz salvá-la dos domínios do lado das Trevas. Nessa empreitada, ele vai descobrir amigos e inimigos entre as sombras, mas vai precisar lutar, mais do que nunca, para se manter do lado certo, ainda que as coisas não sejam realmente o que parecem.
Antes de começarmos, vamos entender como funciona o mundo dessa releitura.
Julieta é Embaixadora da Luz, e sua alma é colocada no corpo das garotas cujo amor verdadeiro precisa ser preservado. Os Mercenários das Trevas, por sua vez, possuem um cadáver, que é restaurado e usado para os planos sórdidos do lado sombrio. Assim é travado uma batalha entre os dois lados com intenções não muito diferentes. No passado, Romeu traiu Julieta para adquirir a imortalidade de um Mercenário. O lado da luz resgatou a alma de Julieta para seus propósitos. Intrigante, não?
Agora que você pegou o espírito da coisa, vamos dar uma viajada sob a minha ótica.
Stacey Jay é uma brincalhona. Ela pegou um romance trágico e histórico e fez uma revolução. Romeu e Julieta agora se odeiam e precisam matar um ao outro. Isso era o núcleo da história até o primeiro livro, e a trama tinha um incrível talento em prender nossa atenção. A proposta é boa em si, suficiente para merecer uam publicação.
Mas a autora forçou a barra no segundo livro em alguns momentos, e muitos deles eram imprescindíveis! Os romances, as situações, os motivos que levaram Ariel a acreditar em Romeu e que a levaram a desacreditar; a oscilação de personalidades: tudo isso me deu a sensação de estar caminhando em cima de uma geleia enquanto lia. Não havia um lugar firme em que se pudesse prender os olhos e criar alguma expectativa. Isso não chega a ser uma crítica grave, embora não seja um ponto positivo. Porque não é.
A história segue uma estrutura que me agradou bastante: trata-se de uma alternância de pontos de vista. Num capítulo estamos lendo a narrativa de Ariel e, no seguinte, estamos vendo a de Romeu. Isso foi uma boa jogada, porque nos mantém curiosos até o fim de um ato e nos deixa ansiosos pela continuação do outro, afinal, a gente nunca sabe se existe reciprocidade de afeto entre Ariel e Romeu até que se tenha lido o ponto de vista de ambos. Infelizmente a autora não soube aproveitar essa estratégia como em sua primeira publicação. Romeu é bastante ácido no primeiro livro, fica difícil compreender suas reais intenções até que sua narrativa seja revelada, o que o torna o tipo de personagem preferido pela maioria dos leitores (especialmente leitoras rs). No segundo livro, no entanto, ele é transparente demais, bonzinho demais. Se você curtiu o vilão em Julieta Imortal, então vai ter uma leve decepção com o estilo do sujeito em Romeu Imortal.
A coisa mais incômoda, apesar disso, é o fato da autora não ter aprofundado nesse universo de Embaixadores e Mercenários. A falta de informações aconteceu no primeiro livro, mas quando soube do segundo, esperei por grandes revelações. No entanto, tudo o que vimos foi uma leve sombra de cada um dos lados. Não dá pra criar a imagem de uma sociedade sobrenatural, porque apenas a Enfermeira (da Luz) e o frei (das Trevas) aparecem para representar sua 'casa'. Romeu, diversas vezes, mencionou seu receio em encontrar com outros Mercenários, mas isso nunca acontece. É pra deixar muito leitor frustrado se perguntando "aonde, diabos, estão todos?".
Stacey Jay acertou a mão no primeiro livro, mas podia ter deixado a massa do segundo livro no forno um pouco mais. Levemente desapontador, mas fundamental se você leu Julieta Imortal. A narrativa ajuda muito, é fluida e envolvente, com descrições bem profundas sobre o que se passa na mente dos protagonistas. O meu único arrependimento foi colocar expectativas demais nesse livro. No cômputo geral, é uma leitura agradável, vale a pena especialmente se você já leu o início dessa jornada romântica nada tradicional.
É isso aí, amigos, espero que tenham curtido!
Tenham uma excelente leitura, fiquem na Paz!
Um pouco de romance fantástico nunca machucou ninguém (a menos que você seja o protagonista. Nesse caso, apenas lamentamos =]), por isso estou aqui para apresentar a todos vocês o segundo livro de Satecey Jay, Romeu Imortal, a continuação de Julieta Imortal (resenha aqui).
Título: Romeu ImortalAutora: stacey Jay
editora: Novo Conceito
328 páginas
Romeu conseguiu uma segunda chance para reparar terríveis erros cometidos em seu passado. Se você teve a oportunidade de ler o primeiro livro dessa releitura completamente incomum do romance shakesperiano, então sabe a fanfarronice que o sujeito fez com sua suposta amada Julieta. A Enfermeira, uma espécie de entidade dos Embaixadores da Luz, se apresenta para o rapaz dizendo estar disposta a judá-lo a encontrar o perdão por todos os seus crimes quando era um Mercenário das Trevas. O grande clichê Bem versus Mal, nessa história, ganha uma dimensão que viaja através dos séculos e dá uma incrementada na temática. Nesse aspecto, Stacey Jay foi bastante original.
Para sua redenção, Romeu precisa laçar o coração de Ariel, uma jovem problemática que parece ter alguma forte influência sobre o destino de todo o mundo, e cabe ao rapaz salvá-la dos domínios do lado das Trevas. Nessa empreitada, ele vai descobrir amigos e inimigos entre as sombras, mas vai precisar lutar, mais do que nunca, para se manter do lado certo, ainda que as coisas não sejam realmente o que parecem.
Antes de começarmos, vamos entender como funciona o mundo dessa releitura.
Julieta é Embaixadora da Luz, e sua alma é colocada no corpo das garotas cujo amor verdadeiro precisa ser preservado. Os Mercenários das Trevas, por sua vez, possuem um cadáver, que é restaurado e usado para os planos sórdidos do lado sombrio. Assim é travado uma batalha entre os dois lados com intenções não muito diferentes. No passado, Romeu traiu Julieta para adquirir a imortalidade de um Mercenário. O lado da luz resgatou a alma de Julieta para seus propósitos. Intrigante, não?
Agora que você pegou o espírito da coisa, vamos dar uma viajada sob a minha ótica.
Stacey Jay é uma brincalhona. Ela pegou um romance trágico e histórico e fez uma revolução. Romeu e Julieta agora se odeiam e precisam matar um ao outro. Isso era o núcleo da história até o primeiro livro, e a trama tinha um incrível talento em prender nossa atenção. A proposta é boa em si, suficiente para merecer uam publicação.
Mas a autora forçou a barra no segundo livro em alguns momentos, e muitos deles eram imprescindíveis! Os romances, as situações, os motivos que levaram Ariel a acreditar em Romeu e que a levaram a desacreditar; a oscilação de personalidades: tudo isso me deu a sensação de estar caminhando em cima de uma geleia enquanto lia. Não havia um lugar firme em que se pudesse prender os olhos e criar alguma expectativa. Isso não chega a ser uma crítica grave, embora não seja um ponto positivo. Porque não é.
A história segue uma estrutura que me agradou bastante: trata-se de uma alternância de pontos de vista. Num capítulo estamos lendo a narrativa de Ariel e, no seguinte, estamos vendo a de Romeu. Isso foi uma boa jogada, porque nos mantém curiosos até o fim de um ato e nos deixa ansiosos pela continuação do outro, afinal, a gente nunca sabe se existe reciprocidade de afeto entre Ariel e Romeu até que se tenha lido o ponto de vista de ambos. Infelizmente a autora não soube aproveitar essa estratégia como em sua primeira publicação. Romeu é bastante ácido no primeiro livro, fica difícil compreender suas reais intenções até que sua narrativa seja revelada, o que o torna o tipo de personagem preferido pela maioria dos leitores (especialmente leitoras rs). No segundo livro, no entanto, ele é transparente demais, bonzinho demais. Se você curtiu o vilão em Julieta Imortal, então vai ter uma leve decepção com o estilo do sujeito em Romeu Imortal.
A coisa mais incômoda, apesar disso, é o fato da autora não ter aprofundado nesse universo de Embaixadores e Mercenários. A falta de informações aconteceu no primeiro livro, mas quando soube do segundo, esperei por grandes revelações. No entanto, tudo o que vimos foi uma leve sombra de cada um dos lados. Não dá pra criar a imagem de uma sociedade sobrenatural, porque apenas a Enfermeira (da Luz) e o frei (das Trevas) aparecem para representar sua 'casa'. Romeu, diversas vezes, mencionou seu receio em encontrar com outros Mercenários, mas isso nunca acontece. É pra deixar muito leitor frustrado se perguntando "aonde, diabos, estão todos?".
Stacey Jay acertou a mão no primeiro livro, mas podia ter deixado a massa do segundo livro no forno um pouco mais. Levemente desapontador, mas fundamental se você leu Julieta Imortal. A narrativa ajuda muito, é fluida e envolvente, com descrições bem profundas sobre o que se passa na mente dos protagonistas. O meu único arrependimento foi colocar expectativas demais nesse livro. No cômputo geral, é uma leitura agradável, vale a pena especialmente se você já leu o início dessa jornada romântica nada tradicional.
É isso aí, amigos, espero que tenham curtido!
Tenham uma excelente leitura, fiquem na Paz!
[Resenha] O Começo do Adeus - Anne Tyler
A morte é o tipo de evento comum na vida de uma pessoa e, não importa de quantas formas ela venha, quando passa, os que ficam nunca se acostumam.
Título: O Começo do Adeus
Aaron perdeu sua esposa, Dorothy, em um acidente incomum. Num momento estavam discutindo e, no seguinte, estava viúvo. Talvez fosse aquela uma forma estranha de se despedir, porque Aaron passou a vê-la desde então. Sua presença era forte demais para ser uma ilusão, mas sua existência era tão inconstante que mal parecia real. Ele aprendeu, à sua maneira, como lidar com a dor, como sentí-la.
Dorothy era uma médica sem muitos talentos sociais, baixinha e morena, o tipo de mulher que muitos autores não escalariam como par romântico de uma história, o que ganhou minha atenção logo de cara. Aaron, um editor com limitações físicas e uma bengala como companheira em tempo integral, tornou o casal ainda mais belo de se acompanhar. Nessa história romântica e bem estranha (no sentido mais especial da palavra), Anne Tyler conseguiu escrever um romance diferente dos atuais, algo com substância.
O Começo do Adeus não tem climax, não possui uma reviravolta estonteante, não é o tipo de livro que te faz suspirar. Mas, com certeza, é o tipo de história que te deixa com um sorriso no canto do rosto quando termina de ler. Tyler usou a medida certa para escrever uma história assim. Gosto de ver romances em que os protagonistas não são belos e idealizados, mas apenas pessoas normais com atributos capazes de superar o que há para ser visto com os olhos.
O começo do livro já consegue deixar sua marquinha no leitor, faz um convite para continuar a leitura e, sem que você perceba, já está aceitando. É convidativo não apenas por ser pequeno, mas por ter uma narração poética diferente das que costumamos ler. Tyler, uma autora digna de sua obra best-seller, conseguiu entrar na mente de um homem desolado pela morte da esposa.
O livro tem seus altos e baixos. Mesmo com 206 páginas, consegue sair um pouco de foco, vez ou outra, mas é uma obra que vale a pena ser lida. Não sei bem ao certo se há uma lição a ser aprendida aqui, acredito que os livros se fazem professores quando nos permitimos ser alunos, mas tenho certeza que divertimento é o que não falta nessa obra.
O fim do romance fala por si, deixa claro que não há arrependimentos quando se fecha o livro definitivamente. Vale a pena, com certeza =)
Boa leitura, amigos Inspirados!
Fiquem na Paz!
Título: O Começo do Adeus
Autora: Anne Tyler
Editora: Novo Conceito
206 páginas
Aaron perdeu sua esposa, Dorothy, em um acidente incomum. Num momento estavam discutindo e, no seguinte, estava viúvo. Talvez fosse aquela uma forma estranha de se despedir, porque Aaron passou a vê-la desde então. Sua presença era forte demais para ser uma ilusão, mas sua existência era tão inconstante que mal parecia real. Ele aprendeu, à sua maneira, como lidar com a dor, como sentí-la.
Dorothy era uma médica sem muitos talentos sociais, baixinha e morena, o tipo de mulher que muitos autores não escalariam como par romântico de uma história, o que ganhou minha atenção logo de cara. Aaron, um editor com limitações físicas e uma bengala como companheira em tempo integral, tornou o casal ainda mais belo de se acompanhar. Nessa história romântica e bem estranha (no sentido mais especial da palavra), Anne Tyler conseguiu escrever um romance diferente dos atuais, algo com substância.
O Começo do Adeus não tem climax, não possui uma reviravolta estonteante, não é o tipo de livro que te faz suspirar. Mas, com certeza, é o tipo de história que te deixa com um sorriso no canto do rosto quando termina de ler. Tyler usou a medida certa para escrever uma história assim. Gosto de ver romances em que os protagonistas não são belos e idealizados, mas apenas pessoas normais com atributos capazes de superar o que há para ser visto com os olhos.
"Minha mãe disse que não havia nada de errado com Dorothy, se você não se
importasse com uma mulher que tinha as habilidades sociais de um urso
panda. Aquilo só me fez rir. Dorothy era mesmo um pouco como um urso
panda. Ela tinha a mesma circunferência e compaticidade, a mesma maneira
de agir."
página 128
O começo do livro já consegue deixar sua marquinha no leitor, faz um convite para continuar a leitura e, sem que você perceba, já está aceitando. É convidativo não apenas por ser pequeno, mas por ter uma narração poética diferente das que costumamos ler. Tyler, uma autora digna de sua obra best-seller, conseguiu entrar na mente de um homem desolado pela morte da esposa.
"Andei numa espécie de transe, mantendo minha marcha o mais constante
possivel, como se Dorothy fosse um líquido e eu estivesse cheio dela até
a borda, movendo-me cuidadosamente e vagarosamente para não derramá-la."
página 135
O livro tem seus altos e baixos. Mesmo com 206 páginas, consegue sair um pouco de foco, vez ou outra, mas é uma obra que vale a pena ser lida. Não sei bem ao certo se há uma lição a ser aprendida aqui, acredito que os livros se fazem professores quando nos permitimos ser alunos, mas tenho certeza que divertimento é o que não falta nessa obra.
O fim do romance fala por si, deixa claro que não há arrependimentos quando se fecha o livro definitivamente. Vale a pena, com certeza =)
Boa leitura, amigos Inspirados!
Fiquem na Paz!
Lançamento - Novo Conceito!
Alô, amigos Inspirados! Hoje tenho duas novidades pra vocês. Uma boa e outra melhor ainda! =)
Lucinda Rilley, autora de "A Casa das Orquídeas", terá mais uma de suas obras lançadas pela Editora Novo Conceito! O livro A Luz Através da Janela promete um romance épico, com a qualidade que a nossa parceiríssima sempre promete e cumpre =)
~~***~~
A Segunda Guerra Mundial deixou muitos destroços e segredos familiares principalmente na família de Emilie, os De La Martinières. Quando sua mãe faleceu, deixando o legado do château da família para ela, a única herdeira, Emilie fica devastada e quer vender tudo para que possa voltar à sua rotina comum de veterinária. Entretanto, Sebastian Carruthers aparece em sua vida para ajudá-la a cuidar de toda a documentação e a consola nos momentos mais difíceis. Emilie se apaixona pela sua gentileza e decide se casar com ele. Assim, ela se muda para a casa do marido, Blackmoor Hall, em Yorkshire. Contudo, a vida que ela, ingenuamente, pensa estar começando bem, trará a ela muitas surpresas e revelações do presente e do passado de toda uma geração.
~~***~~
Para os nerds e apaixonados pelo universo fantástico, outra notícia ainda mais empolgante de encher os olhos!
O livro A Sabedoria do Condado, de Noble Smith, é um verdadeiro manual de hobbits. Se você é fã de O Senhor dos Aneis, não pode perder esse lançamento!
Um guia do Hobbit para a vida de milhões de fãs do J.R.R. Tolkien.
Smith mostra que uma toca-hobbit é, na verdade, um estado de espírito e como até as menores pessoas podem ter o valor de um Cavaleiro de Rohan. Ele explora assuntos importantes para os hobbits, como cerveja, comida e amizade, mas também assuntos mais sérios, como coragem, vida em harmonia com a natureza e bem versus mal. Como prazeres simples como jardinagem, longas caminhadas e refeições deliciosas com amigos podem fazer você significativamente mais feliz? Por que o ato de dar presentes no seu aniversário em vez de recebê-los é uma ideia tão revolucionária? E como podemos carregar nosso próprio “anel mágico” sem sermos devorados por ele?
A Sabedoria do Condado tem a resposta para essas perguntas.
E aí, moçada, que acharam? Bora atualizar nossa leitura? =)
[Resenha] Bem Mais Perto - Susane Colasanti
Romances vêm e vão. Não é diferente entre os jovens. Nessa história de Susane Colasanti, dá pra ver como o mundo dá voltas quando se trata de gostar de alguém.

Brooke morava com sua mãe em New Jersey. Era superdotada, com um QI bem superior aos dos demais, mas ela sempre tentava ocultar essa sua habilidade que, segundo ela, era 'anormal'. Sua falta de esforço nos estudos normalmente resultava em um grande C nos boletins. Tinha boas amigas e um amor secreto pelo popular Scott. Estava no segundo ano e, num ímpeto de coragem, decidiu revelar seus sentimentos ao rapaz. Porém uma notícia colocou seus planos em xeque: Scott iria se mudar para New York. Com isso, uma nova decisão: ela vai morar com o pai na cidade que nunca dorme.
Ela começa seu terceiro ano na escola de New York, na mesma turma que a de Scott. No processo, ela acaba conhecendo John, um garoto que sofre de disgrafia, e Sadie, uma menina tímida. Eles formarão um quarteto improvável, mas muitos eventos acabam mudando os rumos do relacionamento. No final, Brooke vai perceber que sua certeza sobre alguém era apenas um engano que a fez tomar a melhor decisão que poderia escolher.
ATENÇÃO: Antes de qualquer coisa, é preciso compreender que, o que vocês lerão aqui, é a opinião de um sujeito fã de literatura fantástica, ficção científica e afins. Por tanto, romances teens tendem a não ganhar meu carisma. Por isso, se você é amante de chick-lit, é importante filtrar ao seu modo alguns dos meus pontos de vista, e fazer seu próprio julgamento.
Escrito em primeira pessoa, Bem Mais Perto é um chick-lit sob a ótica de Brooke, uma menina sem nenhum carisma (novamente, na minha humilde opinião). A notícia de que Scott iria para Nova York, pelo que pareceu, foi um motivo suficiente para fazê-la tomar a decisão de se mudar para a mesma cidade, morando com o pai que, por sinal, abandonara Brooke e sua mãe há muito tempo.
Brooke deixou muitas coisas importantes para trás: amigas, mãe, escola; tudo por causa de um rapaz que não a conhecia! Ok, até aí tudo bem, ela justifica sua atitude com o bom e velho "eu sinto que é isso que devo fazer". O real problema é que, após algum tempo, April, sua melhor amiga em New Jersey, começa a se afastar. Bem, não conheço o código de conduta feminina, mas vamos analisar: Brooke se muda para tentar um lance amoroso com um cara que, por sinal, era o amor secreto de Candice, uma de suas melhores amigas. Beleza, um ponto a menos para a camaradagem da nossa protagonista. O legal (com uma rodela de sarcasmo acompanhando) é vê-la condenando April e Candice por se afastarem, como se fosse um erro de suas amigas, e não uma consequência dos atos de Brooke. Ou seja: não aconselho ninguém a ser amigo da protagonista.
Posso concordar que, talvez, seja mais provocação minha, afinal, não curti a personagem, não tem como mudar essa impressão. O grande impasse na verdade, ou o-motivo-que-não-torna-esse-livro-uma-indicação, é o fato da história não ter um conteúdo profundo, trata-se de um romance superficial girando em torno da tentativa de Brooke em namorar o rapaz, que se mostra pouco valoroso ao longo da trama. E, claro, o bom e velho clichê do "amor estava bem à minha frente, e eu não vi". Os primeiros capítulos não conseguem criar um elo interessante entre a protagonista e o mundo que está deixando para trás, a sensação é de que a autora está apressando as coisas só pra adiantar o momento em que Brooke se encontra com o seu amorsublimeamor.
Li muitos chick-lits esse ano, e confesso que adquiri certa simpatia pelo gênero, mas esse livro não foi fácil de engolir. A narrativa é fraca, bem cansativa e os diálogos são forçados demais, com muitas frases que tentam provocar algum efeito mas, na verdade, não têm o menor impacto sobre o leitor.
Mas aí você me pergunta: cara, você não tem nada de bom a dizer? Claro que tenho!
O livro é curto, a diagramação cuidadosamente feita pela Novo Conceito facilita em muito a visualização, por isso é uma leitura rápida, coisa de um ou dois dias, se você é do tipo que despende mais de uma hora num livro (o que é o meu caso rs). Além disso, eu gostei de uma personagem, A Sadie. Eu não consegui deixar de associá-la à Bernadette, a personagem carismática da série The Big Bang Theory. Seu jeito ingênuo me pareceu bem original, as melhores partes são quando ela entra em cena, e como não é sempre que ela dá as caras, imagine minha tristeza rs.
Como eu disse antes, minha opinião pode ser comprometida pelo meu gosto nada compatível. Por isso, não pense em tomar minha resenha como referência única. Aconselho os leitores a buscarem outras resenhas, outras opiniões, assim fica fácil considerar as qualidades da obra. Quem sabe a história te cative e você me descubra um cara chato pra caramba? =)
Excelente leitura a todos! Fiquem na Paz! xD

Título: Bem Mais perto
Autora: Susane Colasanti
Editora: Novo Conceito
236 páginas
Brooke morava com sua mãe em New Jersey. Era superdotada, com um QI bem superior aos dos demais, mas ela sempre tentava ocultar essa sua habilidade que, segundo ela, era 'anormal'. Sua falta de esforço nos estudos normalmente resultava em um grande C nos boletins. Tinha boas amigas e um amor secreto pelo popular Scott. Estava no segundo ano e, num ímpeto de coragem, decidiu revelar seus sentimentos ao rapaz. Porém uma notícia colocou seus planos em xeque: Scott iria se mudar para New York. Com isso, uma nova decisão: ela vai morar com o pai na cidade que nunca dorme.
Ela começa seu terceiro ano na escola de New York, na mesma turma que a de Scott. No processo, ela acaba conhecendo John, um garoto que sofre de disgrafia, e Sadie, uma menina tímida. Eles formarão um quarteto improvável, mas muitos eventos acabam mudando os rumos do relacionamento. No final, Brooke vai perceber que sua certeza sobre alguém era apenas um engano que a fez tomar a melhor decisão que poderia escolher.
ATENÇÃO: Antes de qualquer coisa, é preciso compreender que, o que vocês lerão aqui, é a opinião de um sujeito fã de literatura fantástica, ficção científica e afins. Por tanto, romances teens tendem a não ganhar meu carisma. Por isso, se você é amante de chick-lit, é importante filtrar ao seu modo alguns dos meus pontos de vista, e fazer seu próprio julgamento.
Escrito em primeira pessoa, Bem Mais Perto é um chick-lit sob a ótica de Brooke, uma menina sem nenhum carisma (novamente, na minha humilde opinião). A notícia de que Scott iria para Nova York, pelo que pareceu, foi um motivo suficiente para fazê-la tomar a decisão de se mudar para a mesma cidade, morando com o pai que, por sinal, abandonara Brooke e sua mãe há muito tempo.
Brooke deixou muitas coisas importantes para trás: amigas, mãe, escola; tudo por causa de um rapaz que não a conhecia! Ok, até aí tudo bem, ela justifica sua atitude com o bom e velho "eu sinto que é isso que devo fazer". O real problema é que, após algum tempo, April, sua melhor amiga em New Jersey, começa a se afastar. Bem, não conheço o código de conduta feminina, mas vamos analisar: Brooke se muda para tentar um lance amoroso com um cara que, por sinal, era o amor secreto de Candice, uma de suas melhores amigas. Beleza, um ponto a menos para a camaradagem da nossa protagonista. O legal (com uma rodela de sarcasmo acompanhando) é vê-la condenando April e Candice por se afastarem, como se fosse um erro de suas amigas, e não uma consequência dos atos de Brooke. Ou seja: não aconselho ninguém a ser amigo da protagonista.
Posso concordar que, talvez, seja mais provocação minha, afinal, não curti a personagem, não tem como mudar essa impressão. O grande impasse na verdade, ou o-motivo-que-não-torna-esse-livro-uma-indicação, é o fato da história não ter um conteúdo profundo, trata-se de um romance superficial girando em torno da tentativa de Brooke em namorar o rapaz, que se mostra pouco valoroso ao longo da trama. E, claro, o bom e velho clichê do "amor estava bem à minha frente, e eu não vi". Os primeiros capítulos não conseguem criar um elo interessante entre a protagonista e o mundo que está deixando para trás, a sensação é de que a autora está apressando as coisas só pra adiantar o momento em que Brooke se encontra com o seu amorsublimeamor.
Li muitos chick-lits esse ano, e confesso que adquiri certa simpatia pelo gênero, mas esse livro não foi fácil de engolir. A narrativa é fraca, bem cansativa e os diálogos são forçados demais, com muitas frases que tentam provocar algum efeito mas, na verdade, não têm o menor impacto sobre o leitor.
Mas aí você me pergunta: cara, você não tem nada de bom a dizer? Claro que tenho!
O livro é curto, a diagramação cuidadosamente feita pela Novo Conceito facilita em muito a visualização, por isso é uma leitura rápida, coisa de um ou dois dias, se você é do tipo que despende mais de uma hora num livro (o que é o meu caso rs). Além disso, eu gostei de uma personagem, A Sadie. Eu não consegui deixar de associá-la à Bernadette, a personagem carismática da série The Big Bang Theory. Seu jeito ingênuo me pareceu bem original, as melhores partes são quando ela entra em cena, e como não é sempre que ela dá as caras, imagine minha tristeza rs.
Como eu disse antes, minha opinião pode ser comprometida pelo meu gosto nada compatível. Por isso, não pense em tomar minha resenha como referência única. Aconselho os leitores a buscarem outras resenhas, outras opiniões, assim fica fácil considerar as qualidades da obra. Quem sabe a história te cative e você me descubra um cara chato pra caramba? =)
Excelente leitura a todos! Fiquem na Paz! xD
Lançamento Novo Conceito - Romeu Imortal
Alô, amigos leitores!
Os fãs de Julieta Imortam podem comemorar, pois a NC vai sim senhor lançar a continuação do romance fantástico baseado na obra de Shakespeare.
Stacey Jay, a autora, inovou ao recriar Romeu e Julieta, colocando-os como inimigos que transcendem a vida e a morte, e lutam de tempos em tempos, um em favor da Luz, ou outro, das Trevas.
Se você já leu Julieta Imortal, então sabe ocmo o livro tem uma proposta atraente, e como promete um ritmo que se cumpre sem problema! Bora lá conferir, moçada!
Ótima leitura, fiquem na Paz =)
Os fãs de Julieta Imortam podem comemorar, pois a NC vai sim senhor lançar a continuação do romance fantástico baseado na obra de Shakespeare.
Stacey Jay, a autora, inovou ao recriar Romeu e Julieta, colocando-os como inimigos que transcendem a vida e a morte, e lutam de tempos em tempos, um em favor da Luz, ou outro, das Trevas.
Amaldiçoado a viver por toda a eternidade em seu espectro, Romeu, conhecido por seus modos rudes e assassinos, recebe uma chance de se redimir viajando de volta no tempo para salvar a vida de Ariel Dragland. Sem saber, Ariel é importante para os dois lados, os Mercenários e os Embaixadores, e tem o destino do mundo nas mãos. Romeu deve ganhar seu coração e fazê-la acreditar no amor, levando-a contra seu potencial obscuro antes de ser descoberto pelos Mercenários. Enquanto sua sedução se inicia como outra mentira, logo ela se torna sua única verdade. Romeu jura proteger Ariel de todo o mal, e fazer qualquer coisa que for preciso para ganhar seu coração e sua alma. Mas quando Ariel se decepciona com ele, ela fica vulnerável à manipulação dos Mercenários, e sua escuridão interna poderá separá-los para sempre.
Se você já leu Julieta Imortal, então sabe ocmo o livro tem uma proposta atraente, e como promete um ritmo que se cumpre sem problema! Bora lá conferir, moçada!
Ótima leitura, fiquem na Paz =)
[Resenha] Cruzando o Caminho do Sol - Corban Addison
Muitas histórias são escritas para chocar e impressionar, especialmente quando elas carregam um tema tão forte quanto a comercialização do sexo por meio do tráfico de mulheres. O livro Cruzando o Caminho do Sol, no entanto, tratou o mesmo tema de forma sensível e tocante, sem escandalizar. Uma obra que merece ser lida.

Sita e Ahalya eram irmãs, as melhores. Vivendo ao lado dos pais e de uma simpática servente no litoral da Índia, elas tinham o que poderia ser chamado de vida próspera. Os dias corriam bem e elas não poderiam ser mais felizes... Até o dia do tsunami. A grande onda arrebatou seus familiares, deixando as duas jovens sem ter a quem recorrer. Incapazes de se virarem, elas acabam caindo nas mãos de pessoas com péssimas intenções.
Enquanto isso, Thomas Clarke tentava ajeitar sua vida arruinada. Com uma perda irreparável, um camamento indo de mal a pior e problemas no trabalho, ele não parecia muito satisfeito. Um evento traumatizante em uma de suas viagens, no entanto, faz o advogado litigioso mudar completamente sua perspectiva de vida. Confuso sobre o que quer e o que precisa fazer, ele embarca numa aventura pro bono, seguindo um caminho cheio de novidades impactantes. O destino vai se encarregar de unir os caminhos de Thomas e das irmãs indianas.
Sita e Ahalya, depois de serem separadas, dependem da perseverança de Thomas e de uma agência na Índia para juntá-las novamente.
Cada personagem da trama é desenhado e refinado, alguns mais detalhados que outros, os diálogos possuem uma elaboração bem feita, como se fosse possível inclusive ouvirmos a cadência das vozes enquanto Thomas conversa com Sita, ou enquanto Priya desabafa todas as suas frustações. Narrado em terceira pessoa, o livro possui uma alternância muito interessante. Num momento, estamos acompanhando a jornada de Sita e Ahalya e, no capítulo seguinte, estamos seguindo Thomas em sua buscar pelas jovens e a busca por si mesmo. Particularmente gostei dessa estratégia de organização do texto, é fácil de se acostumar, além do mais essa variação no ritmo, no cenário e nos personagens ajuda a manter a leitura mais atraente.
Corban Addison criou uma obra emocionante sobre um tema que preocupa desde os pais até as entidades governamentais mundiais. Muitas das vezes é difícil compreender o que leva uma pessoa a vender um semelhante como se fosse uma mercadoria. Pior ainda, é abominável imaginar alguém vendendo uma criança para ser usada para satisfazer caprichos sexuais doentios. Mas, de um jeito cauteloso e igualmente tocante, Addison consegue levar até o leitor uma história ficcional com um cenário real.
Cruzando o Caminho do Sol é uma janela para vermos um pouco melhor a situação do abuso infantil e o tráfico de mulheres, e como podemos nos surpreender quando descobrimos que isso não acontece apenas em países emergentes.
O autor teve muita dedicação em pesquisar sobre o tema. Addison passou uma temporada na Índia e isso ajudou e muito a criar a atmosfera certa para sua história, além de mostrar sua empatia pelo caso em questão.
O livro merece uma recomendação. Tenho certeza que os leitores vão viajar para muitos lugares e se comoverem com as situaçõs difíceis vividas pelas irmãs indianas e o advogado em busca de respostas pessoais.
Leiam! Vale muito a pena =)
Boa leitura, fiquem na Paz!

Título: Cruzando o Caminho do Sol
Autor: Corban Addison
Editora: Novo Conceito
440 páginas
"O passado era tudo o que restava para ela."
Sita e Ahalya eram irmãs, as melhores. Vivendo ao lado dos pais e de uma simpática servente no litoral da Índia, elas tinham o que poderia ser chamado de vida próspera. Os dias corriam bem e elas não poderiam ser mais felizes... Até o dia do tsunami. A grande onda arrebatou seus familiares, deixando as duas jovens sem ter a quem recorrer. Incapazes de se virarem, elas acabam caindo nas mãos de pessoas com péssimas intenções.
Enquanto isso, Thomas Clarke tentava ajeitar sua vida arruinada. Com uma perda irreparável, um camamento indo de mal a pior e problemas no trabalho, ele não parecia muito satisfeito. Um evento traumatizante em uma de suas viagens, no entanto, faz o advogado litigioso mudar completamente sua perspectiva de vida. Confuso sobre o que quer e o que precisa fazer, ele embarca numa aventura pro bono, seguindo um caminho cheio de novidades impactantes. O destino vai se encarregar de unir os caminhos de Thomas e das irmãs indianas.
Sita e Ahalya, depois de serem separadas, dependem da perseverança de Thomas e de uma agência na Índia para juntá-las novamente.
"O mundo podia roubar sua lliberdade; podia acabar com a sua inocência; podia destruir sua família e arrastá-las por caminhos para além de seu entendimento. Mas não podia privá-las de sua memória. Apenas o tempo tem esse poder, e Sita iria resistir a todo custo."
Página 299
Cada personagem da trama é desenhado e refinado, alguns mais detalhados que outros, os diálogos possuem uma elaboração bem feita, como se fosse possível inclusive ouvirmos a cadência das vozes enquanto Thomas conversa com Sita, ou enquanto Priya desabafa todas as suas frustações. Narrado em terceira pessoa, o livro possui uma alternância muito interessante. Num momento, estamos acompanhando a jornada de Sita e Ahalya e, no capítulo seguinte, estamos seguindo Thomas em sua buscar pelas jovens e a busca por si mesmo. Particularmente gostei dessa estratégia de organização do texto, é fácil de se acostumar, além do mais essa variação no ritmo, no cenário e nos personagens ajuda a manter a leitura mais atraente.
Corban Addison criou uma obra emocionante sobre um tema que preocupa desde os pais até as entidades governamentais mundiais. Muitas das vezes é difícil compreender o que leva uma pessoa a vender um semelhante como se fosse uma mercadoria. Pior ainda, é abominável imaginar alguém vendendo uma criança para ser usada para satisfazer caprichos sexuais doentios. Mas, de um jeito cauteloso e igualmente tocante, Addison consegue levar até o leitor uma história ficcional com um cenário real.
Cruzando o Caminho do Sol é uma janela para vermos um pouco melhor a situação do abuso infantil e o tráfico de mulheres, e como podemos nos surpreender quando descobrimos que isso não acontece apenas em países emergentes.
O autor teve muita dedicação em pesquisar sobre o tema. Addison passou uma temporada na Índia e isso ajudou e muito a criar a atmosfera certa para sua história, além de mostrar sua empatia pelo caso em questão.
O livro merece uma recomendação. Tenho certeza que os leitores vão viajar para muitos lugares e se comoverem com as situaçõs difíceis vividas pelas irmãs indianas e o advogado em busca de respostas pessoais.
Leiam! Vale muito a pena =)
Boa leitura, fiquem na Paz!
Promoção Clive Cussler ao Quadrado!
Alô, amigos inspirados!
Estamos no ar com mais uma super-promoção em parceria com a Editora Novo Conceito!
Pra quem ainda não conhece o autor Clive Cussler, ele é autor de duas incríveis obras que conquistaram os amantes do gênero aventura e espionagem.
Acontece que, para satisfação de todos, temos um kit especial com os dois livros publicados pela NC, são eles:
O livro O Espião vem com chaveiro-bússola, envelope personalizado e marcador.
O livro O Reino vem com chaveiro, garrafa-d'água, marcador e caixa personalizada.
A promoção é simples, tudo é feito via rafflecopter, sem mistérios. Basta logar com a sua conta de facebook ou e-mail e seguir as instruções. Simples assim xD
Para participar é necessário ter endereço de entrega no Brasil, e seguir todas as instruções, ok?
Vamos nessa, então?^^
a Rafflecopter giveaway
Boa sorte a todos, e uma excelente leitura!
Estamos no ar com mais uma super-promoção em parceria com a Editora Novo Conceito!
Pra quem ainda não conhece o autor Clive Cussler, ele é autor de duas incríveis obras que conquistaram os amantes do gênero aventura e espionagem.
Acontece que, para satisfação de todos, temos um kit especial com os dois livros publicados pela NC, são eles:
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| kit O espião |
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| kit O Reino |
O livro O Espião vem com chaveiro-bússola, envelope personalizado e marcador.
O livro O Reino vem com chaveiro, garrafa-d'água, marcador e caixa personalizada.
A promoção é simples, tudo é feito via rafflecopter, sem mistérios. Basta logar com a sua conta de facebook ou e-mail e seguir as instruções. Simples assim xD
Para participar é necessário ter endereço de entrega no Brasil, e seguir todas as instruções, ok?
Vamos nessa, então?^^
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Boa sorte a todos, e uma excelente leitura!
Os Melhores de 2012-1
Ohayō, cambada!
Pois é, estou atrasado um pouco mais de um mês com esse post. Eu deveria ter postado logo no começo de Agosto, mas sabem como é, às vezes a gente tem preguiça e precisa jogar a culpa na falta de tempo, então vou fazer isso. Culpem o tempo, valeu? xD
Enfim, vamos lá. Hoje vamos ver um pouco dos livros que me conquistaram no primeiro semestre de 2012. Vamo' nessa?
Mortal Engines
Não é uma estória extraordinário, mas ler um livro distópico em que as cidades são tracionadas e uma das personagens principais não é nenhuma Mary Sue... Ah, qual é, se você não der uma chance pra esse livro te conquistar, você é quem perde. Phillip Reeve soube conduzir uma sci-fi (acho que podemos enquadrar essa obra no gênero, ainda que possa parecer presunção demais) com uma narrativa bem estruturada. Seus personagens, então, são fantásticos!
Eu descobri no primeiro livro dessa saga uma trama incrível, uma sociedade hierarquizada e uma ambientação steampunk no futuro. Não sei porque Mortal Engines se tornou um dos meus preferidos do ano, ele não tem nada excepcional, além do fato de merecer mais páginas do que suas míseras 270. Mas foi apenas uma das poucas leituras que me deram tanto prazer a ponto de lamentar de verdade ter acabado.
O triste mesmo é que eu não sei quando vou ler o segundo volume da série.
O Espião
Esse é um livro que vale a pena ser lido, pelo menos pra você que curte o gênero de espionagem. Uma boa parte dos leitores não conseguiram curtir o livro por ele ser muito detalhista, falar muito sobre navios e usar termos técnicos navais. Sim, isso pode até ser incômodo, mas eu sou desse tipo de leitor que gosta de jogar todas as dúvidas de uma leitura pro Google resolver. No final, senti minha bagagem de conhecimento um pouco mais recheada.
Mas não precisa ficar com essa cara, O Espião não é igual ao seu professor de História. A trama criada por Clive Cussler tem uma atmosfera incrível, te faz pensar nos antigos filmes policiais, os antigos de 007 e até Os Intocáveis. Achei a leitura muito boa e não consegui estabelecer nenhum ponto negativo que fosse suficientemente importante para ser dito aqui. Então, vale as penas =)
Um belíssimo trabalho da Novo Conceito!
O Nome do Vento
Ah, vocês vão me obrigar a falar desse livro, não vão? Tá bom, vai. Não quero contrariar ninguém aqui, então vamos falar sobre o lit-fan mais incrível de todos os tempos desde a invenção dos steaks de frango da turma da Mônica. Patrick Rothfuss, dono dessa incrível criação (não dos steaks, eu tô falando do livro agora xD), foi a melhor leitura em muito tempo por um motivo muito simples. A cada capítulo, as expectativas acerca da trama aumentam, é uma progressão incrível, o autor não deixa a peteca cair de jeito nenhum e, quando você pensa que a leitura está tendendo ao cansaço, uma reviravolta te atrai e, pronto, nem parece que alguma coisa quebrou o clima da leitura.
Claro que, por ser um livro graúdo, tem aqueles momentos descritivos que provocam o pensamento "pra quê tudo isso?", mas acho que faz parte do lit-fan bem feito. Vão me dizer que Senhor dos Anéis não irritou ninguém com aquelas descrições quilométricas sobre portões, vilarejos, árvores e pessoas? E isso tornou a história menos interessante? Deixa que eu respondo pra você: Não! Não deixou!
Então, dito tudo isso, se tem um livro que eu recomendaria, seria O Nome do Vento. Se você ainda não leu, corre que a leitura vale cada página! Parabéns à Editora Arqueiro por essa publicação! Ah, e parabéns pela tradução, manter a qualidade e a diagramação impecável em um livro tão gordinho assim não é fácil.
E aí, galera, o que acharam? Concordam comigo, ou não?
Fiquem por perto, logo logo teremos mais coisa boa =)
Grande abraço, fiquem na Paz! xD
Pois é, estou atrasado um pouco mais de um mês com esse post. Eu deveria ter postado logo no começo de Agosto, mas sabem como é, às vezes a gente tem preguiça e precisa jogar a culpa na falta de tempo, então vou fazer isso. Culpem o tempo, valeu? xD
Enfim, vamos lá. Hoje vamos ver um pouco dos livros que me conquistaram no primeiro semestre de 2012. Vamo' nessa?
Mortal Engines
Não é uma estória extraordinário, mas ler um livro distópico em que as cidades são tracionadas e uma das personagens principais não é nenhuma Mary Sue... Ah, qual é, se você não der uma chance pra esse livro te conquistar, você é quem perde. Phillip Reeve soube conduzir uma sci-fi (acho que podemos enquadrar essa obra no gênero, ainda que possa parecer presunção demais) com uma narrativa bem estruturada. Seus personagens, então, são fantásticos!
Eu descobri no primeiro livro dessa saga uma trama incrível, uma sociedade hierarquizada e uma ambientação steampunk no futuro. Não sei porque Mortal Engines se tornou um dos meus preferidos do ano, ele não tem nada excepcional, além do fato de merecer mais páginas do que suas míseras 270. Mas foi apenas uma das poucas leituras que me deram tanto prazer a ponto de lamentar de verdade ter acabado.
O triste mesmo é que eu não sei quando vou ler o segundo volume da série.
O Espião
Esse é um livro que vale a pena ser lido, pelo menos pra você que curte o gênero de espionagem. Uma boa parte dos leitores não conseguiram curtir o livro por ele ser muito detalhista, falar muito sobre navios e usar termos técnicos navais. Sim, isso pode até ser incômodo, mas eu sou desse tipo de leitor que gosta de jogar todas as dúvidas de uma leitura pro Google resolver. No final, senti minha bagagem de conhecimento um pouco mais recheada.
Mas não precisa ficar com essa cara, O Espião não é igual ao seu professor de História. A trama criada por Clive Cussler tem uma atmosfera incrível, te faz pensar nos antigos filmes policiais, os antigos de 007 e até Os Intocáveis. Achei a leitura muito boa e não consegui estabelecer nenhum ponto negativo que fosse suficientemente importante para ser dito aqui. Então, vale as penas =)
Um belíssimo trabalho da Novo Conceito!
O Nome do Vento
Ah, vocês vão me obrigar a falar desse livro, não vão? Tá bom, vai. Não quero contrariar ninguém aqui, então vamos falar sobre o lit-fan mais incrível de todos os tempos desde a invenção dos steaks de frango da turma da Mônica. Patrick Rothfuss, dono dessa incrível criação (não dos steaks, eu tô falando do livro agora xD), foi a melhor leitura em muito tempo por um motivo muito simples. A cada capítulo, as expectativas acerca da trama aumentam, é uma progressão incrível, o autor não deixa a peteca cair de jeito nenhum e, quando você pensa que a leitura está tendendo ao cansaço, uma reviravolta te atrai e, pronto, nem parece que alguma coisa quebrou o clima da leitura.
Claro que, por ser um livro graúdo, tem aqueles momentos descritivos que provocam o pensamento "pra quê tudo isso?", mas acho que faz parte do lit-fan bem feito. Vão me dizer que Senhor dos Anéis não irritou ninguém com aquelas descrições quilométricas sobre portões, vilarejos, árvores e pessoas? E isso tornou a história menos interessante? Deixa que eu respondo pra você: Não! Não deixou!
Então, dito tudo isso, se tem um livro que eu recomendaria, seria O Nome do Vento. Se você ainda não leu, corre que a leitura vale cada página! Parabéns à Editora Arqueiro por essa publicação! Ah, e parabéns pela tradução, manter a qualidade e a diagramação impecável em um livro tão gordinho assim não é fácil.
E aí, galera, o que acharam? Concordam comigo, ou não?
Fiquem por perto, logo logo teremos mais coisa boa =)
Grande abraço, fiquem na Paz! xD
[Entrevista] Maria Fernanda Guerreiro, autora da Novo Conceito!
Aloha, muchachos e muchachas!
Hoje trago uma supernova - sim, em todos os sentidos - não apenas uma super novidade, como também uma supernova da Literatura Nacional! Maria Fernanda Guerreiro, autora de A Filha da Minha Mãe e Eu, nos presenteou com todo o seu carisma brasileiro e sincero. Melhor do que um bom livro, só mesmo um bom livro escrito por uma mente brilhante e coração generoso. E como a indústria têxtil anda com a inflação lá em cima, vamos parar de rasgar seda (trocadilhos infames você encontra aqui) e ir ao que interessa!
Com respostas deliciosamente divertidas e profundas, a autora acabou dando um show até mesmo na minha modesta entrevista. Obrigado pelo up, Maria Fernanda =D
Com respostas deliciosamente divertidas e profundas, a autora acabou dando um show até mesmo na minha modesta entrevista. Obrigado pelo up, Maria Fernanda =D
Maria Fernanda Guerreiro
~***~
Médica, jornalista, atriz, advogada, cantora e psicóloga até os 15 anos, Maria Fernanda Guerreiro nasceu em 18 de janeiro de 1973, na cidade de São Paulo, e acabou optando por cursar Publicidade depois de ser uma das finalistas em um concurso de melhor redação entre as escolas de ensino médio de São Paulo. Formada em Comunicação pela FAAP, trabalhou como redatora em algumas das mais premiadas agências de propaganda do País até 2008, quando nasceu seu primeiro filho. Atualmente é uma das roteiristas do longa Estação Liberdade. O livro A filha da minha mãe e eu é seu romance de estréia.
~***~
Para saber mais sobre a obra, que tal dar uma olhadinha na nossa resenha, aqui no blog Inspirados? =)
![]() |
| clique na imagem para ler a resenha! =) |
~~***~~
Entrevista Com a Autora
1)
Conte-nos um pouco sobre Maria Fernanda Guerreiro, as mãos e mente hábeis por
trás desse romance.
Desde muito pequena eu
construía histórias na minha cabeça. Meus pais contam que eu falava muito
sozinha. Eram bonecas que iam para a escola, tinham amigas e se casavam,
príncipes que enfrentavam tudo por suas amadas, enfim, pequenos contos que eu
reproduzia observando o meu em torno, claro, dentro de um repertório infantil.
Depois, quando aprendi a ler, um outro mundo se abriu. Percebi que haviam
também histórias, diferentes das minhas, na cabeça dos outros. Peguei gosto e
comecei a devorar livros, principalmente nas férias. Meus preferidos eram os de suspense e os
romances (no sentido mais amplo, e não no sentido de história de amor).
Quando a adolescência
chegou, para mim foi um momento muito duro, de muita angústia. Uma época em que
a única certeza que eu tinha é que ninguém me entendia. E foi exatamente nessa
época que comecei a escrever, para poder
expressar o que eu sentia e também para tentar me entender. No meu caso,
escrever não foi uma escolha, mas uma necessidade de pertencer, de não
enlouquecer. A forma que eu encontrei de fazer análise sem ir ao analista, de
transferir para as personagens os meus sentimentos. Nessa época eu acho que a
escrita teve na minha vida, o papel que
os sonhos têm na vida das pessoas, que é justamente o de desafogar o que a
gente não consegue lidar bem. Quando chegou a época do vestibular, fiquei em dúvida
sobre várias profissões, mas acabei decidindo que queria ser publicitária. Sou
formada em comunicação pela FAAP e trabalhei durante quinze anos como redatora.
Sempre gostei de escrever e quando decidi que não queria mais trabalhar em
agência, principalmente por não conseguir ter tempo para mim, para a minha
família e meus amigos, resolvi ser escritora.
Uma maneira de continuar fazendo o que eu mais me dá prazer, e o que é
melhor, administrando meu próprio tempo.
2) Uma coisa que sempre pergunto aos autores é o que tem de si mesmos em sua obra. Onde podemos ver um pouco de você em "A Filha da Minha Mãe e Eu"? Algum personagem foi criado inspirado em você mesma ou em alguém que conheça, ou foram todos frutos de sua imaginação?
O livro, “A Filha da
Minha Mãe e Eu” conta, especificamente, a história do
relacionamento conturbado entre Helena e sua filha, Mariana. No momento em que
Mariana descobre que está grávida, ela se dá conta que, antes de se tornar mãe,
é preciso rever seu papel como filha, tentar compreender o outro e,
principalmente, perdoar-se.
Ela vai, então, tentar refazer a relação com a mãe,
não nos fatos porque isso é impossível, mas na interpretação deles, para tentar
se libertar de seus fantasmas e seguir inteira em sua própria história.
A verdade é que o
assunto “relacionamento”, seja ele de que natureza for, sempre me interessou. Eu
acho que se você tem a
capacidade de se ver humano, com imperfeições, medos, desejos, frustrações e
alegrias como qualquer outra pessoa, percebe que todo relacionamento, até entre
pais e filhos, é uma via de mão dupla, onde se aprende na mesma medida em que
se ensina.
Mas, votando à sua
pergunta, Nelson Rodrigues já dizia que todo livro é um pouco autobiográfico.
Eu concordo com isso. Pode não ser a história em si inteiramente
autobiográfica, mas sempre tem uma personagem que foi inspirado em alguém que
você conhece ou uma música que você ouviu e serviu de base para uma outra história.
Enfim, eu acho que toda forma de se expressar é, em parte, autobiográfica na
medida em que mostra a visão, os pontos de vista, de um modo ou de outro, de
quem está se comunicando.
Uma vez, escutei de um
autor na FLIP que deveriam inventar uma nova categoria: a “auto-ficção”. Acho
que “A Filha da Minha Mãe e Eu” cabe perfeitamente nessa categoria. Agora, qual
parte é “auto” e qual é “ficção”, eu vou deixar por conta da imaginação dos
leitores!
3) Na sua biografia, você conta que teve seu primeiro filho no ano de 2008. E, já que estamos falando de relação entre pais e filhos, qual foi o tipo de transformação que seu lado escritor sofreu ao viver a experiência de ser mãe? É uma inspiração a mais?
Na verdade, meu lado
escritor não sofreu nenhuma transformação. O meu “eu” inteiro, e aí sim,
englobando meu lado escritor, é que mudou. O que eu quero dizer é que eu
continuei escrevendo como sempre fiz: com o coração, com a minha maneira de
enxergar o mundo, com a minha intuição de para onde aquele personagem deve ir.
Acho que, no fundo, todo autor faz isso. Talvez, o fato de ter me tornado mãe
tenha me dado um pouco mais de consciência sobre o papel de um livro na vida
das pessoas, mas não que tenha feito mudar meu modo de escrever. Para
mim, escrever tem a ver com prazer. Isso não significa que não haja muito
trabalho quando se escreve um livro ou um longa. Mas o processo em si, para
mim, é muito prazeroso. Eu gosto de pensar numa história, como vai ser o
começo, para onde ela vai me levar. Eu gosto de pensar em como vão ser as
características físicas e psicológicas de cada personagem. Eu gosto de pensar
em como foi a história de vida de cada personagem, mesmo que isso não apareça
na história, porque é a partir disso que se pode, mais ou menos, prever como
cada um vai reagir diante de um fato. Ou pelo menos, como cada um vai se
justificar diante de um fato.
4) Ainda em sua biografia, você menciona seu papel no longa "Estação Liberdade" como roteirista. O que te levou a viver esse universo da literatura e do cinema? Foi um sonho desde criança, ou trata-se de um gosto que se desenvolveu com seu amadurecimento?
Ser roteirista foi uma surpresa deliciosa para mim. Eu nunca fiz nenhum curso ou estudei para isso, apesar de adorar cinema.Em uma das agências em que trabalhei, fiz uma propaganda que acabou ganhando um prêmio importante chamado FIAP (Festival Ibero Americano de Publicidade) junto com o Caíto Ortiz (na época, diretor de filmes publicitários). Algum tempo depois, o Caíto, que sempre foi um gênio-talentoso-maluco-carismático fez um documentário chamado “Motoboys”. E, logo depois, outro documentário “O Dia em Que o Brasil Esteve Aqui”. Nesse processo natural de novos caminhos, ele resolveu, então, fazer seu primeiro longa, o filme “Estação Liberdade”. Foi aí que ele me chamou para escrever o roteiro, juntamente com mais dois caras super talentosos, o Giuliano Cedroni e o André Godoy, pela Pródigo Produtora. Foi um longa importante, com filmagem no Brasil e no Japão, sob a produção executiva de Leslie Markus, Francesco Civita e Beto Gauss. O filme conta a história de um neto de japonês em busca de sua identidade e a previsão de estréia em circuito nacional é até o fim do ano.Hoje, eu peguei tanto gosto por esse universo, que já estou escrevendo meu segundo longa. A direção é de Camila Faus com co-participação de Patrícia Valverde.
5) "Médica, jornalista, atriz, advogada, cantora e psicóloga até os 15 anos". Entre essas opções, como você se posiciona hoje?
Sou escritora e roteirista por amor, psicóloga de metida e cantora de cara-de-pau mesmo porque eu nunca vi alguém tão desafinada quanto eu.
6) Alguns escritores têm o que a gente pode chamar de "ritual". Você tem essas manias de escritor, segue alguma rotina ou tem algum hábito particular antes de começar a escrever?
Não. Eu não tenho nenhum tipo de ritual mas, como passam muitas coisas ao mesmo tempo na minha cabeça, eu costumo me organizar antes de começar a escrever. Por exemplo, em “A Filha da Minha Mãe e Eu”, primeiro eu tracei o perfil psicológico de cada personagem. Depois, peguei uma cartolina enorme e a dividi em várias colunas. Cada coluna representava um capítulo e ali eu escrevia resumidamente sobre o que eu queria falar em cada um dos capítulos. Durante todo o processo de escrever o livro, essa cartolina ficou pregada na parede do meu escritório.
7) Em que ocasião surgiu a ideia de escrever "A Filha da Minha Mãe e Eu"?
Quando eu tomei consciência de que era um assunto que eu entendia mas que, como a maioria dos filhos, não sabia lidar direito.
8) Quais escritores e obras marcaram sua vida e influenciaram em seu talento como escritora?
Sempre que me fazem essa pergunta, eu fico em dúvida na parte das “obras que marcaram a minha vida”. E isso porque, confesso, muitas vezes não foi um livro determinado que mexeu comigo, mas uma frase, uma cena, um capítulo, uma personagem, enfim, uma parte que, juntando com outra parte de outros livros do mesmo autor, me fazem gostar dele.Além disso, às vezes um livro pode ser importante em uma fase da sua vida e em outra não. Por isso, vou pular as obras e ir direto para os autores que eu acho que valem sempre a pena buscar algo deles, pode ser?Fernando Pessoa / Raduam Nassar / Clarice Lispector / Paul Auster / Amon Oz / Oscar Wilde / Agatha Christie / Luis Fernando Veríssimo / Nelson Rodrigues / Monteiro Lobato / Carlos Heitor Cony / Marta Medeiros / Jorge Luis Borges / Gabriel Garcia Marques / Shakespeare / Julio Cortázar
9) Vamos ao bate-bola. Diz pra gente o que cada uma dessas palavras significam pra você:
Música: A melhor maneira de me transportar para onde eu quiser.
Filme: Adoro cinema! Gosto praticamente de todos os filmes do Almodóvar, Woody Allen e Tarantino.
Esporte: Algo que eu deveria fazer com mais frequência.
Literatura: Uma das minhas maneiras preferidas de aprender.
Comida: É sempre um grande prazer, além de uma maneira deliciosa de reunir pessoas queridas.
Qualidade: Integridade
Defeito: Falsidade e egoísmo.
Conquista: Ter vendido dois mil livros de “A Filha da Minha Mãe e Eu” logo no primeiro mês depois de seu lançamento. Fico muito contente com isso.
Vida: Família e amigos
Medo: Sem nenhuma dúvida, da violência.
Arrependimento: Não ter feito intercâmbio quando eu tive a oportunidade. Acho que isso enriquece a visão de qualquer pessoa.
10) Maria Fernanda, você realizou o sonho de muitas pessoas. Muitos querem lançar seu livro, ter seu título nas prateleiras, ser nome de peso na literatura nacional. Seu primeiro romance estreou, logo de cara, na Editora Novo Conceito, uma editora que vem crescendo muito no gosto de leitores de todas as idades. Qual o seu conselho para os futuros escritores do nosso Brasil?
Eu acho que o melhor conselho que eu posso dar é aquele que eu uso para mim: viva a vida! É importante deixar-se contaminar pelo mundo, passar por várias experiências (principalmente emocionais) para poder ter bagagem para boas histórias. Por isso, saia, se apaixone, quebre a cara, chore, se apaixone de novo, brigue para nunca mais, faça as pazes para sempre, descubra outros lugares, cuide dos amigos, aprenda com os inimigos, identifique seus erros, se perdoe, aceite os problemas, acredite na sua intuição, dê chance ao acaso, prove novos sentimentos, respeite seus limites, aceite que nem você nem ninguém é perfeito, supere tudo o que puder, tenha carinho pela sua família, enfrente seus medos, tome um porre, não tome dois, perca a cabeça, encontre mais um novo amigo, escute os outros, mas acima de tudo, ouça você.
11) O último espaço da entrevista sempre é reservado para o escritor colocar a boca no trombone, dizer o que quiser. Dito isso, Maria Fernanda... Dê um recado para os leitores de Inspirados! Fale do seu livro, o que ele aborda, o que você gostaria de questionar e o que mais te incomoda! O espaço é seu, faça dele o que quiser!
Em “A Filha da Minha
Mãe e Eu”, eu abordo vários temas, mas acho que existem duas grandes reflexões
que estão sempre presentes, independentemente do assunto que está sendo tratado,
e que eu procuro trazer sempre para a minha vida.
Primeiro que cada um dá
o que pode, o que sabe dar. Não adianta você querer mais de alguém que não pode
oferecer mais. Isso só vai te deixar frustrado.
E, segundo, que para
uma relação ser minimamente saudável, você tem que, em alguns momentos, abrir
mão do seu filtro, para ver a coisa do ponto de vista do outro. Em “A Filha da Minha Mãe e Eu”, apesar da
trama central girar principalmente em torno da mãe e da filha, cada personagem
tem sua história, sua bagagem. O pai que é muito amigo e, por isso, muitas
vezes é considerado fraco. O irmão que se envolve com drogas, a tia que precisa
superar o preconceito dos outros porque é lésbica, os avós que são presentes
além da conta na estrutura familiar principal, o professor que é um psicopata,
o eletricista que abusa de menores, enfim todas as personagens tem sua falhas, seus medos, suas
bagagens de tristezas e alegrias. Ninguém é vítima. O que há é o desencontro da leitura
que cada uma faz sobre os mesmos fatos. No caso das personagens principais, há
sempre uma reação pela suposição que levam as duas, mãe e filha, a conclusões
muitas vezes opostas e é por isso que elas acabam se magoando, mesmo sem ter a
intenção.
Freud já
dizia que os escritores nos fazem um grande favor ao criar personagens do mal
que são carismáticos. Isso porque nós projetamos neles nossos aspectos menos
nobres.
Não é o caso
da mãe de Mariana, Helena. Apesar dela provocar muito sofrimento, a ponto da
filha querer se matar, ela não sente culpa porque não faz nada por maldade.
Pelo contrário, no que ela pode, ela é ótima. No que ela entende
conceitualmente por “ser a melhor mãe do mundo”, ela se esforça de verdade para
ser. Acho que existe uma grande identificação do leitor com ela porque ele
compreende isso. Várias pessoas já me disseram que no começo do livro odeiam a
Helena, mas ao longo da história compreendem o jeito que ela é e acabam
sentindo compaixão por ela. E também porque percebem que a “falta de amor
materno” dela, é por incapacidade de
reproduzir uma coisa que ela não teve por muito tempo.
Eu queria dizer também que agradeço muito às pessoas
que leram “A Filha da Minha Mãe e Eu” e vieram me dizer, de uma maneira ou de
outra, o quanto meu livro mexeu com a vida delas. Para mim, é uma honra enorme
e eu realmente fiquei comovida com cada uma delas. Muitíssimo obrigada à todos
os leitores. Eu e qualquer outro autor existimos e, principalmente, resistimos,
graças à cada um de vocês!
Maria Fernanda, muito obrigado por nos ceder esse tempo e participar de nossa entrevista. Tenho certeza que sua obra irá falar com muitos outros leitores, assim como falou comigo. O blog Inspirados te deseja todo o sucesso!
Olá Pedro, primeiro, obrigada você por suas palavras.Fico muito feliz que tenha gostado do meu livro e espero que goste também da entrevista. Tenha certeza que ela foi feita com todo meu carinho e respeito por cada leitor.
~~***~~
Foi um imenso prazer ter a ilustre presença da querida Maria Fernanda Guerreiro. Sabemos que talento é o que não falta, e com respostas dedicadas e honestas, (além de poéticas!), fica claro que o futuro da autora reserva uma boa safra de livros pra gente. xD
Uma excelente leitura! Fiquem na Paz!
Lançamentos - Novo Conceito
Alô, amigos leitores!
Pois é, a greve tá aí, eu aqui me acabando no ócio, e a ideia de me formar só depois de 6 anos, que já não era nada coisa pouca, ficou distante, distante... Mas pra tudo tem o seu lado bom e, no meu caso, curti uma boa leitura ao lado de bons nomes da literatura, especialmente os livros da Novo Conceito!
E, falando em livros da editora Novo Conceito, ela decidiu que surpresa pouca é bobagem! Agora temos mais novos lançamentos! Quatro, pra ser mais exato. Parabéns, NC!
Mas vamos ao que interessa =)
O primeiro livro é do conhecido autor que deixa uma frota de meninas suspirando. Nicholas Sparks é autor de romances incríveis que estão conquistando, a cada dia, mais e mais leitores. Embora muitos de seus livros pareçam ter como público alvo as mulheres, muitos cabras-machos têm se rendido à leitura.
Um Porto Seguro
E, pra fechar bonito esse post, o meu preferido, Ladrão de Almas!
Mas é claro que vamos precisar de um pouco de paciência. Os lançamentos estão previstos ainda para esse ano, mas vamos ter que esperar até setembro. Paciência, moçada, mas vai valer a pena contar cada minuto =)
Uma excelente leitura pra todo mundo! Fiquem na Paz! =)
Pois é, a greve tá aí, eu aqui me acabando no ócio, e a ideia de me formar só depois de 6 anos, que já não era nada coisa pouca, ficou distante, distante... Mas pra tudo tem o seu lado bom e, no meu caso, curti uma boa leitura ao lado de bons nomes da literatura, especialmente os livros da Novo Conceito!
E, falando em livros da editora Novo Conceito, ela decidiu que surpresa pouca é bobagem! Agora temos mais novos lançamentos! Quatro, pra ser mais exato. Parabéns, NC!
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Mas vamos ao que interessa =)
O primeiro livro é do conhecido autor que deixa uma frota de meninas suspirando. Nicholas Sparks é autor de romances incríveis que estão conquistando, a cada dia, mais e mais leitores. Embora muitos de seus livros pareçam ter como público alvo as mulheres, muitos cabras-machos têm se rendido à leitura.
Um Porto Seguro
Autor: Nicholas Sparks
Titulo: Um Porto Seguro
Editora: NOVO CONCEITO
Ano: 2012
Edição: 1
Número de páginas: 384
Titulo: Um Porto Seguro
Editora: NOVO CONCEITO
Ano: 2012
Edição: 1
Número de páginas: 384
Pra quem não sabe, Um Porto Seguro (Safe Haven) já está em vias de produção, pronto pra virar um longa!Katie se muda para Southport, Carolina do Norte, mas não tem intenção nenhuma de formar laços e amigos. Carregando um segredo na bagagem, ela vai tentar se manter longe das pessoas da comunidade, mas acaba não resistindo à duas pessoas em particular, sua vizinha Jo e o viúvo Alex. Ela vai descobrir, no amor, um abrigo seguro de seu passado apavorante, e sua vida promete mudar completamente.
A Décima Segunda Profecia
Autores: James Redfield
Titulo: A Décima Segunda Profecia
Editora: NOVO CONCEITO
Ano: 2012
Edição: 1
Número de páginas: 400
Titulo: A Décima Segunda Profecia
Editora: NOVO CONCEITO
Ano: 2012
Edição: 1
Número de páginas: 400
No dia 21 de dezembro de 2012, o calendário maia acabará. Muitos veem isso como um sinal apocalíptico. Será? A longa espera pelo romance da Celestine Serie, A 12ª Profecia descreve Hero e seu amigo Wil quando recebem um pedaço de mistério, um manuscrito antigo que descreve uma aproximação secreta à espiritualidade que está chegando com rapidez à segunda década do século XXI. Para entender todo o contexto desse texto, Hero e Wil começam uma busca urgente pela veracidade e totalidade dessa mensagem. Confrontados por políticos poderos e religiosos extremistas, ele lutarão para revelar a verdade que pode transformar nossas vidas — e o mundo.
fonte da sinopse: site Editora Novo Conceito
Um Ano Inesquecível
Autores: Ronald Anthony
Titulo: Um Ano Inesquecível
Editora: NOVO CONCEITO
Ano: 2012
Edição: 1
Número de páginas: 336
Titulo: Um Ano Inesquecível
Editora: NOVO CONCEITO
Ano: 2012
Edição: 1
Número de páginas: 336
Você acredita que o amor pode durar para sempre?
Jesse Sienna não. O casamento de seus próprios pais era respeitável mas sem paixão; e sua própria história romântica indica que o amor queima ardentemente antes de desaparecer por completo.
Então, quando seu pai, Mickey, muda-se para sua casa e parece não compreender o relacionamento superficial de Jesse com sua atual namorada, mas Jesse não lhe dá atenção.
É apenas um exemplo do quão diferente eles são e fica mais evidente que ele e seu pai nunca terão uma ligação mais profunda.
Mas a verdade é que Mickey Sienna conhece mais sobre amor do que a maioria das pessoas conseguem aprender na vida toda.
Há mais de um século e meio, ele encontrou o amor mais verdadeiro que a vida pode oferecer. Ele sabe das infinitas recompensas de investir seu coração e sua alma em alguém... E conhece o prejuízo devastador de deixar esse alguém perfeito escapar.
Quando Mickey percebe que Jesse não está dando valor a uma mulher extraordinária, decide que é hora de contar a história que nunca contou para nenhum de seus filhos a Jesse. Durante os meses seguintes, Mickey mostra seus momentos mais particulares e felizes para seu filho... e muda a percepção de Jesse em relação ao amor e as possibilidades de um relacionamento duradouro para sempre.
Fonte da Sinopse: Site Editora Novo Conceito
E, pra fechar bonito esse post, o meu preferido, Ladrão de Almas!
Autores: Alma Katsu
Titulo: Ladrão de Almas
Titulo: Ladrão de Almas
Editora: NOVO CONCEITO
Ano: 2012
Edição: 1
Número de páginas: 432
Ano: 2012
Edição: 1
Número de páginas: 432
Não apenas a arte da capa é coisa fina, como o enredo promete uma história sobrenatural de primeira.Dr.Luke Findley é um médico em Maine, vivendo sua vida muito de boassa, sem preocupações, esperando o de sempre em seus plantões noturnos. Mas ele não esperava a aparição de Lanore McIlvrae, ou apenas Lanny, no pronto-socorro.A jovem Lanny viveu no século XIX e quando criança - naquele tempo - foi consumida por um amor intenso destinado ao jovem Jonathan. Pra ficar com ele para sempre, Lanore é capaz de tudo, inclusive criar um laço imortal que a prende eternamente em um destino assustador.Ladrão de Almas é um livro capaz de mostras que o amor incondicional pode levar uma pessoa à própria destruição, da pior maneira possível. O ar misterioso e fantástico chamou minha atenção completamente, tô querendo ler já!
Mas é claro que vamos precisar de um pouco de paciência. Os lançamentos estão previstos ainda para esse ano, mas vamos ter que esperar até setembro. Paciência, moçada, mas vai valer a pena contar cada minuto =)
Uma excelente leitura pra todo mundo! Fiquem na Paz! =)
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