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Minha Infância Não Morreu! #1 - Bleach

Olá, queridos amigos leitores!

     A ideia de um novo quadro aqui no blog me veio repentinamente. Eu queria algo divertido, que buscasse na nossa imaginação uma coisa que sempre sentiresmos saudades: nossa infância. E, claro, se você ainda busca, ela pode durar muito e muito tempo. A minha, por exemplo, promete me acompanhar até os 120 anos, quando eu começar a trocar as palavras "bengala" com "banguela" na verdade eu já faço isso.
     Mas, enfim! O quadro Minha Infãncia Não Morreu é um espaço dedicado pra mostrar aos leitores de Inspirados um pouco sobre meus prazeres de infância que ainda perduram. E o foco de hoje será: quadrinhos!!

     Lembrando, pessoal. Não são coisas "de criança", e sim coisas que marcam a nossa infância. É bem diferente xD
     E o assunto de hoje é Bleach Mangá!




    
     Bleach traz a história de um jovem de 15 anos, Kurosaki Ichigo, cuja tragetória de vida não foi nada fácil. Desde muito novo, Ichigo tinha uma estranha habilidade: ele via gente morta. Com que frequência? Todo o tempo.
     Mas fantasmas não eram as únicas coisas que ele podia ver. Ele era capaz de enxergar os Hollows, almas perdidas que foram parar no Hueco Mundo. Eles se transformaram em criaturas decadentes e horrendas, sustentando uma máscara de ossos e vagando pelo mundo real em busca de reiatsu (energia espiritual) para se alimentarem.
     Foi uma dessas criaturas que matou a mãe de Ichigo, quando ele tinha sete anos. Sua vida, então, tornou-se um caos desde então. Precisou amadurecer cedo, cuidar das duas irmãs e relevar o pai infantil que não sabia lidar com uma família sem a presença de sua esposa. O garoto de cabelos alaranjados foi forçado a crescer. E mal sabia ele que esse caminho de amadurecimento iria transcender a vida corpórea.



     Sua vida muda drasticamente numa única noite, quando aparece em sua casa uma shinigami (ceifeira de almas - uma espécie de Dona Morte na cultura ocidental), com uma zampakutou (espada) euma reiatsu acima dos humanos, o que permitia poderes extraordinários.
     Kuchiki Rukia, a shinigami, ganha a amizade de Ichigo e, depois de uma noite turbulenta com um hollow faminto, a garota não vê outra solução, se não transferir seus poderes para o rapaz. Imediatamente ele se transforma num shinigami substituto, com direito a zampakutou e tudo mais! Desde o início, no entanto, Ichigo demonstrava uma reiatsu incomum para um simples humano. Singularidade que, ao longo da história, será revelada.
     Munido de sua zampakutou e uma força fora do controle, Ichigo vai precisar proteger Karakura, sua cidade natal, e se aliar aos seus amigos Orihime Inoue, Yasutora Sado e o misterioso Yruu Ishida. Juntos, ao lado de Rukia, vão viajar por muitos mundos do além, e enfrentar inimigos cada vez mais fortes para proteger a humanidade de forças sobrenaturais.


     A história de Bleach apresenta um novo universo fantástico de post mortem, e que, aqueles que foram fortes em vida, desenvolvem poderes após a morte e lutam em prol da humanidade. Claro, sempre haverá os guerreiros vis com desejos egoístas, e é aí que nascem (no caso, é aí que morrem) os maiores vilões.
     Além do mais, o mangá traz uma moral muito bacana sobre amizade e perseverança, além de ilustrações poéticas e aquela nossa preferida: um sorriso melancólico e pétalas de cerejeira embaladas pelo vento, com um céu rosado e toda aquela arte japonesa característica.
     Vale muito a pena conferir o mangá. Uma história original, com cenas de ação, humor e romance. Leiam, sei que vão gostar! xD



QUER PARTICIPAR?

Quer participar do quadro Minha Infância Não Morreu? envie um e-mail para inspirados-oandarilhodotempo@hotmail.com e compartilhe com o blog Inspirados aquilo que sempre te acompanhou, desde a sua infância, e que ainda não morreu! Pode ser um desenho, uma HQ, filme, livro, não importa! Divida com os leitores aquilo que fez a criança no seu passado sorrir que nem bobo xD

Grande abraço, pessoal! Espero que tenham gostado do post, e espero que participem também!

Fiquem na Paz!

Apresentando - Samanta Holtz!

Aloha, muchachos!

    Não, não estou aqui para mostrar minha incrível e inútil habilidade em associar o idioma havaiano ao espanhol. Antes que me perguntem: eu não sei falar nenhum dos dois. Estou aqui, na verdade, para fazer algo muito mais incrível e proveitoso, que é apresentar a vocês uma escritora que descobri em minhas andanças pela net. Não exatamente descobri. Não é como se ela estivesse enterrada na areia boladona e eu descobri do tipo "opa, olha a Samanta aqui". Nada disso. Eu descobri no Skoob. E fiquei interessadíssimo no trabalho dela. Quando procurei mais a fundo sobre essa promissora escritora, percebi que eu poderia me interessar ainda mais por suas obras!
    Mas vamos deixar de divagações e ir ao que interessa, vamos? Com vocês, a escritora Samanta Holtz (eu tenho comigo que isso é nome de X-Men)!


MINI-BIO - AUTORA
Nascida no Dia Mundial do Livro, a publicitária e escritora Samanta Holtz parecia destinada a trilhar o caminho da literatura. Aprendeu a ler sozinha aos cinco anos, tamanha era sua vontade de entender as histórias que sua mãe lia para ela. Aos nove, ganhou um prêmio municipal de redação em sua cidade, Porto Feliz, no interior de São Paulo. Aos quatorze, começou a escrever seu primeiro romance, “Renascer de um Outono”, seguido por “Corpo & Alma” e, finalmente, “O Pássaro”. Em novembro de 2011, concluiu seu último trabalho, "Quero ser Beth Levitt".
Com histórias românticas e cheias de surpresas, Samanta guia seus leitores por uma deliciosa viagem, levando-os das lágrimas ao riso em questão de capítulos.


    A obra em foco nesse post é o seu lançamento, "O Pássaro", publicado pela Editora Novo Século, e leva o selo "Novos Talentos". A história me deixou extremamente curioso, e a capa em si já cria uma atmosfera agradável e envolvente. Eu achei bem dez o estilo!
    'Simbora' pra obra?

SINOPSE - O PÁSSARO
Caroline Mondevieu é filha de um poderoso Barão e tem tudo o que uma dama da época poderia querer: status, riqueza e um ótimo partido para se casar. Seus sonhos, no entanto, vão muito além de vestidos caros ou um bom marido; ela quer ser dona do próprio destino.
Sua vida muda completamente quando encontra Bernardo, um charmoso domador de cavalos que parece ter o dom de irritá-la. Eles não conseguem se entender até quando percebem que, para alcançar o sonho em comum da liberdade, terão que passar por cima das suas diferenças e se unirem num arriscado plano que promete transformar suas vidas para sempre.
Grandes emoções os aguardam em sua jornada; perseguição, mistérios, ciganos e o despertar de um sentimento que insiste em se manter escondido. Mas o que parece tão simples envolve muito mais magia e coincidências que eles podem imaginar, além da descoberta de segredos, até então, muito bem guardados.
Uma história romântica e surpreendente que irá prender sua atenção desde a primeira página. Você está preparado?
    Samanta, gentilmente, cedeu 2 capítulos de degustação para que eu pudesse dar uma prévia sobre sua engenhosa obra. Então vamos a uma pequena resenha:

O Pássaro

    Europa. 1227. Uma época em que a austeridade era a identidade de uma sociedade patriarcal, em que as mulheres eram submissas e, em muitos casos, apenas "belas peças de decoração". Em especial, a família Mondevieu vivia a mesma realidade. Enézio Mondevieu, pai e líder familiar rígido, era um homem ambíguo: generoso e divertido com as pessoas de fora, mas entre quatro paredes era amedrontador e severo.
    Numa família em que o medo reinava, uma criança destoava de todo o resto. Caroline, a caçula de 7 anos, era toda curiosidade e risos, diferente de sua irmã mais velha Elizabeth e sua mãe Antonelle.
    Caroline era única. O tipo de mulhere a frente de seu tempo que prometia revolucionar o comportamento, tornar-se um ícone e, quem sabe, um mártir. Mas, no momento, era apenas uma garota encantada por cavalos, além de ser o alvo dos olhares apaixonados do jovem Filip, filho do duque.
    Caroline questinoava tudo, de forma ousada e igualmente ingênua, chegando ao ponto de colocar em risco sua relaçao da conturbada entre ela e o pai. Um dia ela questionou demais, e as consequências foram marcas por todo o corpo, mas, pior, marcas em sua alma, eu sua personalidade, que jamais poderiam ser curadas ou esquecidas.
    Caroline, então, cresceu. Bela, ousada, sem suas ingenuidades infantis, mas com o mesmo coração nobre. Desafiava o pai sempre que podia, não com palavras, pois o medo ainda lhe era um aliado nessa relação, mas tinha os olhos questionadores, incapacitando o austero Enézio de puni-la, mas capaz de saber o que se passava na mente insubordinada da filha.
    Numa manhã, Caroline, depois de um sonho e uma rápida conversa com a irmã, além de seu primeira discussão com o pai depois de muito tempo, percebeu que era muito diferente de todos daquela casa. Ela queria ser livre. Queria voar... Como um pássaro, livre e capaz de escolher qualquer lugar para ir, aonde quer que seus olhos pudessem alcançar. Especialmente quando ela conhece William, filho do domador de cavalos. Nada foi dito até o segundo capítulo, mas sinto que um romance proibido capaz de provocar a ira do severo Enézio irá nascer entre Caroline e William. Cabe a nós conferir essa incrível obra cheia de romance e determinação.

    Samanta Holtz tem um talento incrível para escrever! A narração, a estrutura das personagens, a forma como trabalha os diálogos, e todo o jogo belo e lírico de metáforas e esrita poética! Não apenas isso, ela conseguiu recriar a atmosfera da Europa medieval e trazer até nós o conceito "família" daquela época. A narrativa de Samanta me lembra muito Tolstói, e tem uma forma singular de prender o leitor em sua história e fazê-lo saborear cada palavra! O Pássaro é uma bela obra de uma mulher à frente do seu tempo que queria poder voar, fazer suas escolhas e vencer as ordens ditadas por uma sociedade patriarcal cheia de falhas.
    Caroline Mondevieu é o tipo de mulher que os homens se apaixonam com facilidade, e o tipo de mulher que serviria de modelo para as demais. Já estou morrendo de curiosidade sobre O Pássaro. Tem cheiro de promessa no ar, essa obra, viu? xD


    Tenho que dizer, estou satisfeito com o rumo que está levando a literatura nacional. E se você gosto de O Pássaro assim como eu gostei, então saiba mais sobre a autora e sua obra nos links abaixo.



Samanta Holtz
Escritora
Blog: www.samantaholtz.blogspot.com
Twitter: www.twitter.com/samantaholtz
Skoob: www.skoob.com.br/usuario/380134 


Em janeiro de 2012, lançamento do romance O Pássaro. Leia a sinopse:
Skoob: www.skoob.com.br/livro/194449
Facebook: www.facebook.com/pages/O-P%C3%A1ssaro-Samanta-Holtz/107201866054344



    Você ainda pode reservar o seu exemplar pelo blog da Samanta. Basta acessar esse link:
 http://www.samantaholtz.blogspot.com/p/compre-o-passaro.html
  

Capa Definitiva do livro "O Pássaro", de Samanta Holtz

    Parabéns, Samanta, pelo seu incrível trabalho. A Literatura Nacional e os leitores agradecem, e esperamos que O Pássaro seja um grande sucesso!

É isso aí, moçada. Fiquem todos na Paz! Um grande abraço! xD 

[Resenha] - Mortal Engines - Livro 1

    É impressionante como algumas histórias escolhem o leitor. Com Mortal Engines foi assim. Desde os primeiros dias quando vi o livro rodando as prateleiras, eu sabia que queria ler. Quando, finalmente, pude comprar, descobri um ótimo amigo de 270 páginas.



Título: Crônicas das Cidades Famintas - Mortal Engines - Livro 1
Autor: Philip Reeve
Editora: Novo Século

Sinopse: Emergindo de seu esconderijo, a grande Cidade Tracionada está caçando uma cidadezinha aterrorizada através das terras devastadas. 
Em breve, Londres irá se alimentar. 
Durante o Ataque, Tom Natsworthy é atirado para fora da cidade com uma assassina cheia de cicatrizes no rosto. Eles devem correr pelos destroços para salvar suas vidas e encarar uma arma terrível que ameaça o futuro do mundo.



Resenha:
    Imagine um mundo onde as cidades ganham vida e movimento. Uma era futurista em que as Cidades Tracionadas - grandes conurbações que viajam o mundo sob esteiras gigantes - brigam entre si, devorando umas às outras para obter alimento, recursos e matéria-prima. Naquela época, 'Londres estava faminta'!
    Tom era apenas um Aprendiz Historiador que passava seus dias limpando o museu e seguindo as rígidas ordens do chefe Pomeroy. Mas naquele dia, depois de anos e anos sem uma boa caçada, Tom sentiu o metal das esteiras de Londres estalando fervorosamente. Ele sabia que uma incrível caçada estava para acontecer e, muito em breve, devorariam a pequena cidade que tentava fugir das garras londrinas.
    Mas coisas estranhas prometiam rondar a vida do jovem Tom. Ao ser recebido pelo seu idolo Historiador-Chepe, o senhor Valentine, e conhecer a sua bela filha, Katherine, Tom decide que era hora de impressionar o seu herói. Sua decisão, no entanto, mudou sua vida.
    Ao ser arremessado para fora de Londres, ao lado de uma assassina de rosto deformado que tentara matar o grande Valentine, Tom se viu sozinho, enquanto sua cidade desaparecia no horizonte. Sua aventura, que prometia ser um eterno drama, estava para acontecer e, no processo, ele descobriria em Hester, a jovem assassina, muito mais do que uma aliada. Uma amiga com mais segredos do que alguém conseguiria suportar.
    Juntos, Tom e Hester vão descobrir o segredo de MEDUSA, uma arma com um poder devastador, capaz de derrubar até mesmo os altos muros de ferro da Liga Antitracionista, um imenso grupo de pessoas descontentes com a era das cidades tracionadas e na devastação causada por elas. 

    Mortal Engines traz uma ficção saborosa, cheia de ação, com uma narrativa bem poética e cativante. A obra de Reeves apresenta uma proposta diferente de um mundo futurista e ganancioso, em que as cidades se pegam na destruição para obterem suprimentos umas das outras. Além do livro apresentar a visão filosófica da sociedade - é possível perceber algumas críticas feitas pelo autor sobre a sociedade em que vivemos hoje - ele possui um enredo bem original, envolvente, com personagens cativantes e capazes de nos emocionar. O final é surpreendente, e não decepciona nenhum pouco. Mortal Engines revela pessoas marcadas pela dor e ressentimento, mas que estão dispostas e se sensibilizarem com o sofrimento de outros.
    Mas o livro, apesar de ser muito bom e extremamente cativante, tem lá os seus defeitos. Por exemplo, imagine você pegar um livro espesso - ex: Harry Potter e o Cálice de Fogo - e, depois disso, enfiar toda a história em apenas duzentas páginas. Foi assim que me senti. Philip Reeve tinha uma grande história nas mãos, um enredo extraordinário e um talento invejável. Mas ele deu bobeira. Poderia ter criado Mortal Engines em um livro mais espesso, cheio de histórias, poderia ter trabalhado com mais liberdade sua narrativa e tornado o livro um grande sucesso. Mas o fato de compactar um tema tão complexo em um livro relativamente pequeno roubou da sua história o seu total potencial.

    Mas não se enganem. O livro continua sendo ótimo, com certeza uma das melhores dicas de leitura que eu poderia dar para esse ano, e olha que 2012 só está começando, hein, moçada!
    Eu me senti rendido pela narração de Reeve, Tom possui uma personalidade tão próxima do herói humano, e Hester possui um ressentimento tão intenso pela vida, que seria impossível o destino desses dois jovens não se cruzarem nessa aventura que os levaria a uma aventura, uma luta pela sobrevivência e resgate da honra. Não duvido, nem um pouco, que essa história vai te dar o mesmo prazer que eu tive. Vale muito a pena!
 
    É isso aí, pessoa.l. Espero que tenham gostado, curtam boas leituras, e... É isso aí. xD
    Fiquem na Paz, tudo do melhor pra gente! abração!
 
Base feita por Adália Sá | Editado por Luara Cardoso | Não retire os créditos